Stent subglótico de silicone biocompatível radiopaco, com extremidade superior alargada e oval que imita a luz da glote e quatro ancoragens para melhorar sua fixação na subglote. Disponível em dois modelos: SGA11 (pequeno) e SGA12 (grande).
Código do produto: SGA




Código SGA
O Stening® Subglótico Artemic SGA —também chamado de stent subglótico Artemic— é um stent do tipo subglótico com a extremidade superior alargada e de forma oval. Possui ainda uma leve inclinação descendente para frente, com o propósito de imitar a luz da glote.
O corpo médio é cilíndrico e possui quatro ancoragens, duas delas em posição oposta às restantes para melhorar sua fixação na subglote. Sua porção final volta a alargar-se para evitar ou reduzir a possibilidade de uma migração cefálica. O stent Subglótico Artemic é radiopaco.
Consulte indicações, dimensões de ambos os modelos, modo de uso, cuidados e advertências do Stening® Subglótico Artemic SGA.
Sua utilidade nas afecções laringotraqueais, assim como suas precisas indicações, serão determinadas pelo médico especializado. De modo geral, compartilha as do stent Subglótico:
O Stening® Subglótico Artemic SGA está disponível em dois modelos. O modelo pequeno (SGA11) possui uma área de seção mínima para o fluxo aéreo de 40,6 mm²; no modelo grande (SGA12) essa área amplia-se a 60 mm². Selecione um modelo para ver seus planos dimensionais.
O comprimento e o diâmetro da estenose devem ser adequadamente determinados, a fim de selecionar um stent de medidas apropriadas: pequeno ou grande. A medida pequena, SGA11, possui uma área de seção mínima para o fluxo aéreo de 40,6 mm²; essa área amplia-se a 60 mm² no modelo grande, código SGA12.
O procedimento será realizado sob anestesia geral. As manobras de introdução básicas são as mesmas utilizadas para o restante dos stents intratraqueais retos, com algumas variações detalhadas a seguir.
É necessário um tratamento endocirúrgico prévio sobre a zona afetada, a fim de aumentar e adaptar o diâmetro da via aérea para que o stent possa ser alojado.
Para seu implante pode-se utilizar um traqueoscópio ou um introdutor de próteses, dentro do qual se colocará o stent de modo que sua extremidade mais larga e oval fique na posição proximal, pois ocupará a zona subglótica, imediatamente abaixo das cordas vocais. A extremidade oposta do stent será a distal, dado que seu destino final é a primeira porção traqueal.
Ao introduzir o stent no traqueoscópio ou carregador de próteses, assegure-se de que o plano do stent marcado “A” é “anterior”. Devido a que o implante é subglótico, a extremidade do traqueoscópio não deve cruzar as cordas vocais em excesso, mas sim ficar insinuada entre ambas as cordas abertas.
Desde esta posição, pressione o stent com a haste ejetora de próteses até que o stent abandone o traqueoscópio por sua extremidade distal e se aloje na subglote. O stent não deve ser pressionado contra as cordas vocais. Manobras de ajuste de posição podem ser requeridas e efetuadas com uma pinça jacaré.
É preferível que a distância final entre as cordas vocais e o stent seja igual ou maior a 2 mm. Tenha presente que as distâncias na via aérea são difíceis de estimar, já que o comprimento do órgão pode variar entre a posição de pé e deitado. A recuperação do tônus muscular após a anestesia soma uma dificuldade adicional na determinação de distâncias anatômicas. Também podem ocorrer mudanças transitórias no comprimento traqueal, devidas às manobras prévias de dilatação efetuadas com instrumentos rígidos sobre o órgão.
Algumas ou todas estas circunstâncias podem estar presentes nos procedimentos de reconstrução da luz laringotraqueal e implante, e devem ser tomadas as precauções que por sua natureza requeiram. O aqui proposto procede do conhecido no momento desta revisão e não invalida nem contradiz outras modalidades de implante e remoção que, por sua utilidade ou experiência, cada operador julgue preferível.
O stent Subglótico Artemic pode ser extraído com uma pinça do tipo jacaré e com a ajuda de um traqueoscópio ou um laringoscópio.
Recomendações para o acompanhamento do paciente com stent subglótico.
Respeitar a posição anterior (marca: “A” na parede do stent) ao introduzi-lo dentro do traqueoscópio para sua aplicação.
O lado mais baixo do stent é sempre de localização “anterior” e o mais alto “posterior”, correspondendo-se assim com a anatomia laríngea normal.
Manter a umidade das secreções quando existirem, efetuando nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.
A intubação oro ou nasotraqueal para ventilação mecânica ou cirurgia geral estará limitada, condicionada ou impossibilitada pela presença do stent na laringe. Deverá estabelecer-se o método mais seguro para a ventilação com o consenso dos especialistas que intervenham.
Entre em contato para assessoria técnica personalizada, seleção de medidas, fabricação sob medida ou consultas sobre envios internacionais.