Publicações, artigos e casos clínicos sobre o uso de dispositivos Stening®, organizados por área de aplicação.
Fístula traqueoesofágica adquirida (FTA) que pode ocorrer por múltiplas causas. A etiologia não neoplásica mais comum é aquela relacionada a complicações da intubação orotraqueal e traqueostomia.
Descrevem-se dois novos sinais endoscópicos que poderão ser úteis para melhorar o rendimento diagnóstico da broncoscopia.
Relatório Técnico Nº 48 relativo à efetividade, segurança e vantagens econômicas quanto ao uso de Stents brônquicos e traqueais para o manejo do câncer de pulmão. O documento faz menção explícita, em sua página 9, às próteses da marca Stening® para sua utilização em múltiplas situações.
Artigo original publicado na Revista Americana de Medicina Respiratória no qual se faz menção ao uso das próteses da Stening SRL.

Laringo-traqueobroncoscopia com colocação de prótese laríngea em uma paciente canina (Labrador). Relatório da Vet. María Cecilia Ricart.
Tumor de superfície lisa e vascularizada na região nasofaríngea em um cão mestiço de 20 kg. Cortesia do Dr. Cesar Rojas.
Alternativa terapêutica com a colocação de uma prótese laríngea (stent) siliconada fechada em um cão com paralisia laríngea.
Autor: Ricardo Isidoro · Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires, Argentina
Validação da confiabilidade de um método alternativo de descontaminação de stents traqueobrônquicos utilizando uma solução de ortoftalaldeído (OPA) como elemento ativo.
Os stents traqueobrônquicos são dispositivos usados para abrir vias aéreas colapsadas. Uma estenose ou um estreitamento da luz pode ser produzido por muitos fatores: câncer de pulmão, cânceres metastáticos, infecções, linfomas, tuberculose, tecido de granulação anormal, etc.
A broncoscopia rígida é um procedimento usado para obter acesso à via aérea do paciente e permitir, assim, a passagem de instrumentos maiores e câmeras para diagnosticar e tratar afecções dessa área.
Autor: Agustín Bignú · Físico – Engenheiro em aprendizado de máquina.
Neste paper realizou-se uma classificação de três classes de dispositivos médicos fabricados pela Stening® utilizando três algoritmos de machine learning: Support Vector Machine, Logistic Regression e Decision Tree.
Autor: Agustín Bignú · Físico – Engenheiro em aprendizado de máquina.
Este é o primeiro paper de um projeto mais ambicioso da Stening®. Treinou-se uma rede neural para distinguir seis classes diferentes de dispositivos. Os resultados são muito promissores e demonstram o potencial desta tecnologia no futuro da medicina.
Autor: Isidoro Ricardo · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina
Analisou-se a prótese extraída de um paciente com estenose traqueal benigna, após 10 anos de implantada, em comparação com um dispositivo novo. Foram realizados testes de simulação de envelhecimento em laboratório e analisam-se as causas de fracassos terapêuticos.
Autor: Isidoro Ricardo · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina
Trata-se de um paciente do sexo masculino de 29 anos de idade. Foi hospitalizado por traumatismo cranioencefálico grave e submetido a intubação orotraqueal para assistência respiratória mecânica. Aos 8 dias, praticou-se traqueostomia e continuou em ARM durante um total de 21 dias. Permaneceu com sonda nasogástrica durante três semanas.
Autor: Isidoro Ricardo · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina
Descrevem-se dois novos sinais endoscópicos que poderão ser úteis para melhorar o rendimento diagnóstico da broncoscopia. Um ensaio semiológico sobre circunstâncias anatômicas e funcionais particulares que declaram a existência de uma afecção próxima, mas fora do alcance de observação do broncoscopista.
Autor: Ricardo Isidoro, Marcelo C. Debais · Hospital Enrique Tornú, Cidade de Buenos Aires, Argentina
Um homem de 20 anos de idade foi tratado na unidade de terapia intensiva devido a politraumatismo resultante de um acidente de trânsito. Recebeu assistência respiratória mecânica durante 11 dias através de um tubo orotraqueal. Três semanas depois apresentou dificuldade respiratória obstrutiva e foi traqueostomizado.
Autor: Ricardo Isidoro · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina.
A desobstrução traqueobrônquica é um método para tornar a via aérea pérvia e oferecer uma melhor qualidade de vida ao paciente. A partir de 1997, o serviço de broncoscopia do Hospital Enrique Tornú realiza os primeiros tratamentos endocirúrgicos de reconstrução da luz traqueal e brônquica, com utilização de stents.
Autor: Ricardo Isidoro · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina.
As próteses traqueobrônquicas são utilizadas para tratar a obstrução da grande via aérea em afecções benignas e para paliar os efeitos da obstrução causada pela doença neoplásica pulmonar.
Autor: Ricardo Isidoro · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina.
O tratamento endoscópico das lesões que produzem oclusão ou suboclusão de distinta magnitude na traqueia, brônquios fonte ou em alguns lobares conseguiu suficiente difusão dentro da comunidade médica internacional, ao ponto em que sua realização se encontra bem estabelecida.
Autor: Ricardo Isidoro · Seção Endoscopia, Divisão Pneumotisiologia, Hospital Dr. E. Tornú – Buenos Aires
Apresentação de repermeabilização da via aérea em 300 pacientes na seção Endoscopia Respiratória do Hospital Tornú: 115 mulheres (38,33%) e 185 homens (61,66%) entre 14 e 86 anos. Idade média 52 ± 16,26.
Galeria de semiologia endoscópica da via aérea: imagens broncoscópicas reais com seu comentário clínico, agrupadas por categoria. Clique em qualquer caso para vê-lo em detalhe.
#294O lipoma traqueal costuma aparecer como um tumor liso que se eleva suavemente sobre a parede, com vasos visíveis na superfície. Neste caso sofreu uma degeneração sarcomatosa. Liposarcoma. Hospital Francisco Muñiz.
O lipoma traqueal costuma aparecer como um tumor liso que se eleva suavemente sobre a parede, com vasos visíveis na superfície. Neste caso sofreu uma degeneração sarcomatosa. Liposarcoma. Hospital Francisco Muñiz.
#293Leiomiossarcoma: esta imagem resulta pouco precisa, mas nota-se uma formação vermelho-vinosa que ocupa toda a luz do brônquio lobar médio. A coroa de bolhas indica que a lesão não infiltra todo o perímetro da parede, ou que há um pedículo, e que a ventilação é ainda possível. O leiomiossarcoma é uma neoplasia brônquica com baixa frequência de apresentação.
Leiomiossarcoma: esta imagem resulta pouco precisa, mas nota-se uma formação vermelho-vinosa que ocupa toda a luz do brônquio lobar médio. A coroa de bolhas indica que a lesão não infiltra todo o perímetro da parede, ou que há um pedículo, e que a ventilação é ainda possível. O leiomiossarcoma é uma neoplasia brônquica com baixa frequência de apresentação.
#292Formação de aspecto verrucoso sobre a parede brônquica, prestes a ser capturada pela pinça de biópsia: papiloma.
Formação de aspecto verrucoso sobre a parede brônquica, prestes a ser capturada pela pinça de biópsia: papiloma.
#291Não identificável: contíguo ao esporão, o tecido que proliferou para ocluir a luz apresenta-se com um aspecto friável, vegetante e com um mamelão em sua irregular superfície. Tudo isso devido a uma lesão irreconhecível para o endoscopista. Hamartoma confirmado. Hospital Italiano da cidade de Buenos Aires.
Não identificável: contíguo ao esporão, o tecido que proliferou para ocluir a luz apresenta-se com um aspecto friável, vegetante e com um mamelão em sua irregular superfície. Tudo isso devido a uma lesão irreconhecível para o endoscopista. Hamartoma confirmado. Hospital Italiano da cidade de Buenos Aires.
#290Embora a morfologia usual costume ser “em cacho”, este papiloma único e séssil, de coloração idêntica à da mucosa, parece vigiar desde a traqueia a entrada dos brônquios principais.
Embora a morfologia usual costume ser “em cacho”, este papiloma único e séssil, de coloração idêntica à da mucosa, parece vigiar desde a traqueia a entrada dos brônquios principais.
#289À maneira de uma giba solitária, este tumor emerge da parede traqueal como se fosse uma úvula. Condrossarcoma confirmado (Hospital Francisco Muñiz).
À maneira de uma giba solitária, este tumor emerge da parede traqueal como se fosse uma úvula. Condrossarcoma confirmado (Hospital Francisco Muñiz).
#288Com a ajuda de um defletor, a pinça introduzida em seu interior formou um ângulo de 90º e está pronta para efetuar uma biópsia transbrônquica (BTB) em um lobo superior.
Com a ajuda de um defletor, a pinça introduzida em seu interior formou um ângulo de 90º e está pronta para efetuar uma biópsia transbrônquica (BTB) em um lobo superior.
#287Imagem confusa na qual se reconhecem com dificuldade as estruturas anatômicas. O teto abobadado traqueal termina no triângulo carinal anterior, mal visível. À sua direita, o brônquio fonte. Grande quantidade de sangue e exsudatos preenchem o espaço livre entre os tecidos desordenados que ocupam a luz, ocluindo o brônquio fonte esquerdo. Um carcinoma de esôfago destruiu a parede posterior do brônquio principal, como sempre sucede nesta localização dada sua vizinhança, e um conjunto de mucosa esofágica e tecido neoplásico ocupa agora a via aérea.
Imagem confusa na qual se reconhecem com dificuldade as estruturas anatômicas. O teto abobadado traqueal termina no triângulo carinal anterior, mal visível. À sua direita, o brônquio fonte. Grande quantidade de sangue e exsudatos preenchem o espaço livre entre os tecidos desordenados que ocupam a luz, ocluindo o brônquio fonte esquerdo. Um carcinoma de esôfago destruiu a parede posterior do brônquio principal, como sempre sucede nesta localização dada sua vizinhança, e um conjunto de mucosa esofágica e tecido neoplásico ocupa agora a via aérea.
#286Broncoscopia flexível realizada para determinar a possibilidade operatória de um carcinoma de esôfago. As pregas longitudinais desapareceram por completo devido ao edema da parede posterior. Um pequeno mamelão eleva-se sobre a superfície como sinal direto de infiltração por tecido neoplásico da parede traqueal.
Broncoscopia flexível realizada para determinar a possibilidade operatória de um carcinoma de esôfago. As pregas longitudinais desapareceram por completo devido ao edema da parede posterior. Um pequeno mamelão eleva-se sobre a superfície como sinal direto de infiltração por tecido neoplásico da parede traqueal.
#285O abaulamento da parede posterior “separa as pregas” longitudinais e é um efeito necessário das compressões extrínsecas posteriores. No caso, um carcinoma de esôfago exerce uma notória repercussão que, por sua contiguidade, produz sobre a traqueia em todo o seu trajeto até a carina, também afetada.
O abaulamento da parede posterior “separa as pregas” longitudinais e é um efeito necessário das compressões extrínsecas posteriores. No caso, um carcinoma de esôfago exerce uma notória repercussão que, por sua contiguidade, produz sobre a traqueia em todo o seu trajeto até a carina, também afetada.
#284Histoplasmose pulmonar com acometimento brônquico: uma volumosa formação ocupa a luz do brônquio fonte direito. Pode observar-se o fio carinal na hora 9 da imagem. A lesão apresenta-se com superfície irregular, áreas muito vascularizadas e parcialmente coberta por secreções retidas. O diagnóstico estabeleceu-se com base no isolamento do agente causal a partir das biópsias endoscópicas.
Histoplasmose pulmonar com acometimento brônquico: uma volumosa formação ocupa a luz do brônquio fonte direito. Pode observar-se o fio carinal na hora 9 da imagem. A lesão apresenta-se com superfície irregular, áreas muito vascularizadas e parcialmente coberta por secreções retidas. O diagnóstico estabeleceu-se com base no isolamento do agente causal a partir das biópsias endoscópicas.
#283Lesão exofítica que se assenta sobre ambas as vertentes carinais. A superfície encontra-se parcialmente efracionada e, por seu grande tamanho, reduz consideravelmente a luz de ambos os brônquios fonte. Alterações de coloração na mucosa com áreas muito congestivas e aspecto geral que a torna semelhante a um carcinoma brônquico.
Lesão exofítica que se assenta sobre ambas as vertentes carinais. A superfície encontra-se parcialmente efracionada e, por seu grande tamanho, reduz consideravelmente a luz de ambos os brônquios fonte. Alterações de coloração na mucosa com áreas muito congestivas e aspecto geral que a torna semelhante a um carcinoma brônquico.
#282Linfoma não Hodgkin: a luz do brônquio intermédio encontra-se reduzida por uma formação multilobulada, com uma área esbranquiçada, provavelmente necrótica. A mucosa apresenta alterações inflamatórias irregulares e difusas.
Linfoma não Hodgkin: a luz do brônquio intermédio encontra-se reduzida por uma formação multilobulada, com uma área esbranquiçada, provavelmente necrótica. A mucosa apresenta alterações inflamatórias irregulares e difusas.
#281Metástase endobrônquica: uma formação vegetante de superfície bastante lisa e com áreas muito inflamadas oclui totalmente a luz do brônquio fonte esquerdo em sua entrada: carcinoma de células claras.
Metástase endobrônquica: uma formação vegetante de superfície bastante lisa e com áreas muito inflamadas oclui totalmente a luz do brônquio fonte esquerdo em sua entrada: carcinoma de células claras.
#280Carcinoma de células claras. Uma volumosa massa de tecido ocupa a luz do brônquio fonte direito, com algumas protrusões na superfície. Através de uma luz triangular que permite a ventilação pulmonar, pode ver-se a entrada do lobar superior. Um plano de separação com a mucosa do brônquio em todo o perímetro da lesão indica que possui uma base de implantação distal.
Carcinoma de células claras. Uma volumosa massa de tecido ocupa a luz do brônquio fonte direito, com algumas protrusões na superfície. Através de uma luz triangular que permite a ventilação pulmonar, pode ver-se a entrada do lobar superior. Um plano de separação com a mucosa do brônquio em todo o perímetro da lesão indica que possui uma base de implantação distal.
#279Broncoscópio detido junto a uma formação de superfície lisa, mas contorno irregular, com vasos superficiais anormalmente volumosos. Trata-se de uma metástase endotraqueal de carcinoma de mama. Ao fundo da imagem, o edema, a carina alargada e pálida, o brônquio principal esquerdo com sua entrada reduzida e secreções entupidas completam o conjunto de elementos indicativos de doença estendida. Hospital Italiano da cidade de Buenos Aires.
Broncoscópio detido junto a uma formação de superfície lisa, mas contorno irregular, com vasos superficiais anormalmente volumosos. Trata-se de uma metástase endotraqueal de carcinoma de mama. Ao fundo da imagem, o edema, a carina alargada e pálida, o brônquio principal esquerdo com sua entrada reduzida e secreções entupidas completam o conjunto de elementos indicativos de doença estendida. Hospital Italiano da cidade de Buenos Aires.
#278Uma formação oclui a entrada do lobar inferior direito e, em seu crescimento, desloca o esporão do lobar médio. Um aspecto bastante habitual de apresentação das metástases endobrônquicas do carcinoma renal. Hospital Alejandro Posadas.
Uma formação oclui a entrada do lobar inferior direito e, em seu crescimento, desloca o esporão do lobar médio. Um aspecto bastante habitual de apresentação das metástases endobrônquicas do carcinoma renal. Hospital Alejandro Posadas.
#277Este tumor brilhante, congestivo e pálido ao mesmo tempo, oblitera a entrada do brônquio culminar no lobo superior esquerdo, permitindo unicamente a passagem do ar em direção à língula.
Este tumor brilhante, congestivo e pálido ao mesmo tempo, oblitera a entrada do brônquio culminar no lobo superior esquerdo, permitindo unicamente a passagem do ar em direção à língula.
#276Combinação. Na parte superior da imagem aprecia-se a lesão que ainda é de localização submucosa, à maneira de uma protrusão que busca irromper dentro da luz, com seus vasos paralelos pletóricos. No centro da fotografia a lesão é vegetante e prospera dentro da luz brônquica. Carcinoma.
Combinação. Na parte superior da imagem aprecia-se a lesão que ainda é de localização submucosa, à maneira de uma protrusão que busca irromper dentro da luz, com seus vasos paralelos pletóricos. No centro da fotografia a lesão é vegetante e prospera dentro da luz brônquica. Carcinoma.
#275Imagem que corresponde ao caso anterior, após efetuar-se uma recanalização do brônquio fonte direito. Há alterações inflamatórias difusas e sangue no trajeto do brônquio, que pode ser seguido até o lobar inferior. As pregas no brônquio fonte, profundas e tortuosas, desviam-se para entrar no lobar superior, mas este encontra-se ocluído. Persiste tecido neoplásico na parede medial do brônquio principal e a carina traqueal é irreconhecível.
Imagem que corresponde ao caso anterior, após efetuar-se uma recanalização do brônquio fonte direito. Há alterações inflamatórias difusas e sangue no trajeto do brônquio, que pode ser seguido até o lobar inferior. As pregas no brônquio fonte, profundas e tortuosas, desviam-se para entrar no lobar superior, mas este encontra-se ocluído. Persiste tecido neoplásico na parede medial do brônquio principal e a carina traqueal é irreconhecível.
#274Uma volumosa formação vegetante assenta-se na carina traqueal e oclui completamente a luz do brônquio fonte direito e reduz a do esquerdo. A superfície é irregular, com protrusões e aumento da vascularização em algumas áreas. O tecido que obstrui o brônquio principal direito necrosou-se. A parede traqueal posterior parece lançada para a frente e o edema apagou as pregas. Carcinoma de células gigantes.
Uma volumosa formação vegetante assenta-se na carina traqueal e oclui completamente a luz do brônquio fonte direito e reduz a do esquerdo. A superfície é irregular, com protrusões e aumento da vascularização em algumas áreas. O tecido que obstrui o brônquio principal direito necrosou-se. A parede traqueal posterior parece lançada para a frente e o edema apagou as pregas. Carcinoma de células gigantes.
#273Uma formação vegetante assenta-se na vertente carinal direita. Apresenta múltiplos mamelões que lhe conferem um aspecto irregular e hiperêmico que contrasta com a palidez geral da mucosa sã. Um pontilhado equimótico distribui-se na zona do fio da carina principal e em seu triângulo posterior.
Uma formação vegetante assenta-se na vertente carinal direita. Apresenta múltiplos mamelões que lhe conferem um aspecto irregular e hiperêmico que contrasta com a palidez geral da mucosa sã. Um pontilhado equimótico distribui-se na zona do fio da carina principal e em seu triângulo posterior.
#272Traqueia: um carcinoma de células gigantes infiltrou totalmente a parede. Duas extremidades dos anéis cartilaginosos são visíveis na luz como resultado da destruição de sua mucosa, agora coberta por secreções purulentas espessas que sofrem contínua desidratação por estarem expostas ao fluxo aéreo turbulento ocasionado pela estreiteza e pela inflamação local.
Traqueia: um carcinoma de células gigantes infiltrou totalmente a parede. Duas extremidades dos anéis cartilaginosos são visíveis na luz como resultado da destruição de sua mucosa, agora coberta por secreções purulentas espessas que sofrem contínua desidratação por estarem expostas ao fluxo aéreo turbulento ocasionado pela estreiteza e pela inflamação local.
#271Perda completa da anatomia normal da carina principal. Vista desde a traqueia distal, na qual não se pode apreciar a carina, devido à existência de um tecido de superfície necrótica, com secreções purulentas desidratadas que suboclui a entrada de ambos os brônquios fonte: adenocarcinoma.
Perda completa da anatomia normal da carina principal. Vista desde a traqueia distal, na qual não se pode apreciar a carina, devido à existência de um tecido de superfície necrótica, com secreções purulentas desidratadas que suboclui a entrada de ambos os brônquios fonte: adenocarcinoma.
#270Duas áreas circulares esbranquiçadas e brilhantes no centro da imagem. O efeito é produzido pela descarga de radiofrequência através da sonda de termocoagulação que se encontra à esquerda.
Duas áreas circulares esbranquiçadas e brilhantes no centro da imagem. O efeito é produzido pela descarga de radiofrequência através da sonda de termocoagulação que se encontra à esquerda.
#269Embora o primeiro plano magnifique a imagem, trata-se apenas da pequena pinça de biópsia com fenestras em suas valvas, de uso comum com o broncoscópio flexível, fazendo seu trabalho de captura de tecido para o diagnóstico deste tumor endobrônquico.
Embora o primeiro plano magnifique a imagem, trata-se apenas da pequena pinça de biópsia com fenestras em suas valvas, de uso comum com o broncoscópio flexível, fazendo seu trabalho de captura de tecido para o diagnóstico deste tumor endobrônquico.
#268Outra formação vegetante que oclui a luz brônquica, mas parece “afundada” na mucosa porque arrasta as pregas em sua direção.
Outra formação vegetante que oclui a luz brônquica, mas parece “afundada” na mucosa porque arrasta as pregas em sua direção.
#267Tumor traqueal de duplo origem: duas grandes formações ocupam o centro da luz traqueal, embora ainda exista uma área suficiente para a ventilação. Na imagem as formações apresentam-se sobrepostas, mas têm uma origem independente constituída por pedículos que emergem da parede traqueal. Ambas correspondem a um único carcinoma primário.
Tumor traqueal de duplo origem: duas grandes formações ocupam o centro da luz traqueal, embora ainda exista uma área suficiente para a ventilação. Na imagem as formações apresentam-se sobrepostas, mas têm uma origem independente constituída por pedículos que emergem da parede traqueal. Ambas correspondem a um único carcinoma primário.
#266Pequeno “mamelão brônquico” muito erguido. Lembra mais um rochedo. Encontra-se ao final do brônquio fonte esquerdo, perto da encruzilhada, e resulta da invasão da parede brônquica por um carcinoma. A mucosa encontra-se repuxada, formando sulcos. Mais longe, o esporão de divisão alargado sugere adenomegalias subjacentes.
Pequeno “mamelão brônquico” muito erguido. Lembra mais um rochedo. Encontra-se ao final do brônquio fonte esquerdo, perto da encruzilhada, e resulta da invasão da parede brônquica por um carcinoma. A mucosa encontra-se repuxada, formando sulcos. Mais longe, o esporão de divisão alargado sugere adenomegalias subjacentes.
#265Luz brônquica “em punhalada”: um carcinoma “intramural, intraluminal e infiltrante” deforma a luz do brônquio fonte esquerdo. O intenso edema e espessamento da mucosa brônquica contribuem para a distorção e a marcada redução do calibre. Na parede esquerda adquire um aspecto cordonado que forma mamelões à medida que ascende e ocupa a extremidade superior.
Luz brônquica “em punhalada”: um carcinoma “intramural, intraluminal e infiltrante” deforma a luz do brônquio fonte esquerdo. O intenso edema e espessamento da mucosa brônquica contribuem para a distorção e a marcada redução do calibre. Na parede esquerda adquire um aspecto cordonado que forma mamelões à medida que ascende e ocupa a extremidade superior.
#264Secreções mucosas estacionadas no brônquio fonte direito, que se encontra ocluído por uma formação que lhe confere aspecto em “fundo de saco”. Este termo deve reservar-se para a descrição dos cotos brônquicos por amputação cirúrgica durante as pneumonectomias.
Secreções mucosas estacionadas no brônquio fonte direito, que se encontra ocluído por uma formação que lhe confere aspecto em “fundo de saco”. Este termo deve reservar-se para a descrição dos cotos brônquicos por amputação cirúrgica durante as pneumonectomias.
#263Embora o broncoscópio flexível ainda percorra o brônquio intermédio, pode-se adivinhar ao longe uma imagem esbranquiçada devida ao pequeno tumor que oclui um segmentar da base.
Embora o broncoscópio flexível ainda percorra o brônquio intermédio, pode-se adivinhar ao longe uma imagem esbranquiçada devida ao pequeno tumor que oclui um segmentar da base.
#262À maneira de um duplo tumor, esta formação vegetante de grande volume e com uma de suas extremidades parcialmente necrótica surge do brônquio fonte direito, mas também se implanta na junção traqueobrônquica. A biópsia não oferece inconvenientes, mas, naturalmente, deve evitar-se realizar capturas da cobertura esbranquiçada do tumor para evitar falsos resultados negativos.
À maneira de um duplo tumor, esta formação vegetante de grande volume e com uma de suas extremidades parcialmente necrótica surge do brônquio fonte direito, mas também se implanta na junção traqueobrônquica. A biópsia não oferece inconvenientes, mas, naturalmente, deve evitar-se realizar capturas da cobertura esbranquiçada do tumor para evitar falsos resultados negativos.
#261Frente multilobulada de um adenocarcinoma que obstrui a luz.
Frente multilobulada de um adenocarcinoma que obstrui a luz.
#260Embora similar ao caso anterior, aqui notam-se sinais indiretos de processo neoplásico, contíguos à lesão. Edema irregular com alguns pequenos mamelões sobre um fio carinal espessado e distorção da entrada do brônquio fonte direito, em direção ao qual as pregas longitudinais da parede posterior se curvam exageradamente.
Embora similar ao caso anterior, aqui notam-se sinais indiretos de processo neoplásico, contíguos à lesão. Edema irregular com alguns pequenos mamelões sobre um fio carinal espessado e distorção da entrada do brônquio fonte direito, em direção ao qual as pregas longitudinais da parede posterior se curvam exageradamente.
#259Deformação da entrada do brônquio lobar inferior esquerdo. Seu contorno circunferencial encontra-se agora festonado. Existem alterações na vascularização e várias protrusões submucosas.
Deformação da entrada do brônquio lobar inferior esquerdo. Seu contorno circunferencial encontra-se agora festonado. Existem alterações na vascularização e várias protrusões submucosas.
#258Esta formação piramidal que emerge do brônquio fonte esquerdo pode ser confundida com um tumor brônquico, embora se trate de um coágulo hemático envelhecido e retido que adquire esta coloração composta de cinzas e bordô. Note-se o entorno normal da mucosa circundante.
Esta formação piramidal que emerge do brônquio fonte esquerdo pode ser confundida com um tumor brônquico, embora se trate de um coágulo hemático envelhecido e retido que adquire esta coloração composta de cinzas e bordô. Note-se o entorno normal da mucosa circundante.
#257Aspecto bastante comum de apresentação dos grandes tumores brônquicos, nos quais a superfície sofre uma necrose por encontrar-se afastada de sua base de implantação, mais bem vascularizada, e adquire um aspecto branco-cremoso.
Aspecto bastante comum de apresentação dos grandes tumores brônquicos, nos quais a superfície sofre uma necrose por encontrar-se afastada de sua base de implantação, mais bem vascularizada, e adquire um aspecto branco-cremoso.
#256O lobar superior esquerdo encontra-se ocluído por um tecido anômalo, de superfície homogênea e algo rugosa. A carina secundária tem um aspecto curiosamente linear e reto. Ao longe vê-se o lobar inferior, pouco iluminado.
O lobar superior esquerdo encontra-se ocluído por um tecido anômalo, de superfície homogênea e algo rugosa. A carina secundária tem um aspecto curiosamente linear e reto. Ao longe vê-se o lobar inferior, pouco iluminado.
#255Vista desde o brônquio fonte esquerdo, próximo à sua bifurcação no carrefour. Uma massa proeminente eleva-se em sua parede lateral e inferior. As pregas longitudinais, muito acentuadas, perdem seu paralelismo e tendem a reunir-se ao entrar nos brônquios lobares superior e inferior. O alargamento da carina secundária e o edema intenso contribuem para a redução da luz brônquica.
Vista desde o brônquio fonte esquerdo, próximo à sua bifurcação no carrefour. Uma massa proeminente eleva-se em sua parede lateral e inferior. As pregas longitudinais, muito acentuadas, perdem seu paralelismo e tendem a reunir-se ao entrar nos brônquios lobares superior e inferior. O alargamento da carina secundária e o edema intenso contribuem para a redução da luz brônquica.
#254Formação “em dedo de luva”. Esta lesão emerge do brônquio fonte direito e sua independência da parede brônquica é bastante evidente. Pode ter uma base de implantação bastante mais distante de sua extremidade proximal visível. A carina traqueal encontra-se empurrada para a esquerda.
Formação “em dedo de luva”. Esta lesão emerge do brônquio fonte direito e sua independência da parede brônquica é bastante evidente. Pode ter uma base de implantação bastante mais distante de sua extremidade proximal visível. A carina traqueal encontra-se empurrada para a esquerda.
#253Com um aspecto bastante clássico, esta grande formação com nutridos vasos submucosos surge da parede traqueal posterior e também do ângulo que esta forma com as paredes laterais, como usualmente sucede nos tumores adenoides císticos.
Com um aspecto bastante clássico, esta grande formação com nutridos vasos submucosos surge da parede traqueal posterior e também do ângulo que esta forma com as paredes laterais, como usualmente sucede nos tumores adenoides císticos.
#252A entrada do brônquio lobar superior direito encontra-se ocluída. Neste caso o adenoma apresenta-se com um aspecto familiar. A superfície é lisa e uma nutrida rede vascular submucosa confere-lhe uma coloração intensa.
A entrada do brônquio lobar superior direito encontra-se ocluída. Neste caso o adenoma apresenta-se com um aspecto familiar. A superfície é lisa e uma nutrida rede vascular submucosa confere-lhe uma coloração intensa.
#251Diferentemente do caso anterior, este adenoma que obstrui o brônquio fonte esquerdo apresenta várias protrusões em sua superfície. Assim, resulta facilmente confundível com outras classes de tumores, em especial pelo aspecto alargado que mostra a carina traqueal.
Diferentemente do caso anterior, este adenoma que obstrui o brônquio fonte esquerdo apresenta várias protrusões em sua superfície. Assim, resulta facilmente confundível com outras classes de tumores, em especial pelo aspecto alargado que mostra a carina traqueal.
#250Pode-se ver o fio carinal na hora 9. A curta distância, uma grande massa ocupa o brônquio fonte direito, coroada por bolhas que a solução salina instilada formou. A formação é lisa, tal como sucede na maioria dos adenomas, e toda a mucosa do tecido circundante é completamente normal.
Pode-se ver o fio carinal na hora 9. A curta distância, uma grande massa ocupa o brônquio fonte direito, coroada por bolhas que a solução salina instilada formou. A formação é lisa, tal como sucede na maioria dos adenomas, e toda a mucosa do tecido circundante é completamente normal.
#249Tumor carcinoide que aparece com um aspecto bastante clássico. Por sua convexidade lisa e seu livre contato com as paredes brônquicas, é comparado a um “dedo de luva”.
Tumor carcinoide que aparece com um aspecto bastante clássico. Por sua convexidade lisa e seu livre contato com as paredes brônquicas, é comparado a um “dedo de luva”.
#2472Esta lesão algo lobulada em sua superfície sela completamente a entrada do brônquio lobar inferior. Fotografia do carcinoma extirpado.
Esta lesão algo lobulada em sua superfície sela completamente a entrada do brônquio lobar inferior. Fotografia do carcinoma extirpado.
#246Aqui pode-se ver uma sonda de criobiópsia tomando contato com uma formação que suboclui o brônquio fonte direito. A criossonda alcança em sua extremidade uma temperatura de -79 ºC e adere-se firmemente ao tecido, tornando simples sua remoção.
Aqui pode-se ver uma sonda de criobiópsia tomando contato com uma formação que suboclui o brônquio fonte direito. A criossonda alcança em sua extremidade uma temperatura de -79 ºC e adere-se firmemente ao tecido, tornando simples sua remoção.
#245Combinação de localização: formação vegetante endoluminal e lesão intramural estão presentes nesta lesão suboclusiva do lobar superior direito.
Combinação de localização: formação vegetante endoluminal e lesão intramural estão presentes nesta lesão suboclusiva do lobar superior direito.
#244Combinação de coloração: lesão exofítica que mostra uma zona polilobulada irregular e rosada, enquanto sua extremidade mais proeminente é branco-cremosa, como produto da necrose em uma área distal do tumor.
Combinação de coloração: lesão exofítica que mostra uma zona polilobulada irregular e rosada, enquanto sua extremidade mais proeminente é branco-cremosa, como produto da necrose em uma área distal do tumor.
#243Aspecto “ameaçador”. Com sua coloração avermelhada que declara uma suficiente vascularização e seus grossos vasos que coroam o hemisfério visível deste tumor que, desde a entrada do brônquio fonte direito, desafia o broncoscopista, tentando-o a adiar a biópsia para uma ocasião mais segura. Uma broncoscopia rígida tornará possível termocoagular os vasos e reduzir o risco de hemorragia. O tumor miofibroblástico ou pseudoinflamatório apresenta-se igual a um tumor carcinoide. Hospital de Clínicas José de San Martín, Buenos Aires.
Aspecto “ameaçador”. Com sua coloração avermelhada que declara uma suficiente vascularização e seus grossos vasos que coroam o hemisfério visível deste tumor que, desde a entrada do brônquio fonte direito, desafia o broncoscopista, tentando-o a adiar a biópsia para uma ocasião mais segura. Uma broncoscopia rígida tornará possível termocoagular os vasos e reduzir o risco de hemorragia. O tumor miofibroblástico ou pseudoinflamatório apresenta-se igual a um tumor carcinoide. Hospital de Clínicas José de San Martín, Buenos Aires.
#242Aqui a comunicação com o esôfago é tão ampla que ocupa todo o diâmetro da parede posterior traqueal. A afecção responde a uma longa lista de causas que inclui acidentes terapêuticos e é favorecida pela prostração crônica e a má nutrição destes pacientes. Hospital Cetrángolo.
Aqui a comunicação com o esôfago é tão ampla que ocupa todo o diâmetro da parede posterior traqueal. A afecção responde a uma longa lista de causas que inclui acidentes terapêuticos e é favorecida pela prostração crônica e a má nutrição destes pacientes. Hospital Cetrángolo.
#241Esta fístula traqueoesofágica rodeou-se de um entorno sobrelevado que coroa a depressão central com seu orifício puntiforme. Hospital Cetrángolo.
Esta fístula traqueoesofágica rodeou-se de um entorno sobrelevado que coroa a depressão central com seu orifício puntiforme. Hospital Cetrángolo.
#240Fístula traqueoesofágica. Suas bordas epitelizaram-se e, após seu acesso circular, observa-se uma sonda de alimentação. Hospital Francisco Muñiz.
Fístula traqueoesofágica. Suas bordas epitelizaram-se e, após seu acesso circular, observa-se uma sonda de alimentação. Hospital Francisco Muñiz.
#239Oclusão de fístula. Um depósito de cianoacrilato preenche uma ampla fístula no brônquio fonte direito. Indesejável complicação mediata de uma pneumonectomia. Hospital Italiano.
Oclusão de fístula. Um depósito de cianoacrilato preenche uma ampla fístula no brônquio fonte direito. Indesejável complicação mediata de uma pneumonectomia. Hospital Italiano.
#238Fístula traqueoesofágica: edema intenso de toda a mucosa traqueal, com extensas áreas de hemorragia submucosa. O edema torna-se irregular na parede posterior e uma fissura em forma de U ocupa o centro da imagem. A coloração escura de seu trajeto deve-se ao azul de metileno instilado no esôfago para sua detecção. Isidoro R., Fisura Traqueal Sinuosa RAMR 2015;3:211-212
Fístula traqueoesofágica: edema intenso de toda a mucosa traqueal, com extensas áreas de hemorragia submucosa. O edema torna-se irregular na parede posterior e uma fissura em forma de U ocupa o centro da imagem. A coloração escura de seu trajeto deve-se ao azul de metileno instilado no esôfago para sua detecção. Isidoro R., Fisura Traqueal Sinuosa RAMR 2015;3:211-212
#237Vista da carina e do nascimento dos brônquios principais. Uma grande depressão precede o orifício do brônquio fonte esquerdo e comunica-se com o esôfago: fístula traqueobroncoesofágica por traumatismo fechado de tórax.
Vista da carina e do nascimento dos brônquios principais. Uma grande depressão precede o orifício do brônquio fonte esquerdo e comunica-se com o esôfago: fístula traqueobroncoesofágica por traumatismo fechado de tórax.
#2352A coloração escura e em placas que se torna confluente em toda a traqueia mais próxima desta imagem deve-se à presença de abundantes partículas de carvão acumuladas e combinadas com muco. Foram inaladas durante um incêndio e podem existir com ou sem queimadura da via aérea. O exame endoscópico está «mal iluminado»; este efeito é consequência da absorção da luz pelo material escuro que reveste a mucosa. Um fenômeno similar ocorre na endoscopia exploratória das hemoptises copiosas, nas quais o sangue absorve grande parte da iluminação que o endoscópio proporciona. As partículas fagocitadas pelos macrófagos podem ser vistas no exame de escarro. Hospital Francisco Muñiz.
A coloração escura e em placas que se torna confluente em toda a traqueia mais próxima desta imagem deve-se à presença de abundantes partículas de carvão acumuladas e combinadas com muco. Foram inaladas durante um incêndio e podem existir com ou sem queimadura da via aérea. O exame endoscópico está «mal iluminado»; este efeito é consequência da absorção da luz pelo material escuro que reveste a mucosa. Um fenômeno similar ocorre na endoscopia exploratória das hemoptises copiosas, nas quais o sangue absorve grande parte da iluminação que o endoscópio proporciona. As partículas fagocitadas pelos macrófagos podem ser vistas no exame de escarro. Hospital Francisco Muñiz.
#234Queimadura da via aérea superior: grandes máculas antracóticas estendem-se em grupos sobre a mucosa da parede traqueal, muito edemaciada, após a inalação acidental de fumaça e gases quentes.
Queimadura da via aérea superior: grandes máculas antracóticas estendem-se em grupos sobre a mucosa da parede traqueal, muito edemaciada, após a inalação acidental de fumaça e gases quentes.
#233Posição indevida de um Tutor. Sua extremidade interna separou-se da borda do ostoma e ocupa parte da luz traqueal. Deve corrigir-se tracionando-o desde seu ramo externo para depois fixá-lo na posição adequada com seu anel de fixação.
Posição indevida de um Tutor. Sua extremidade interna separou-se da borda do ostoma e ocupa parte da luz traqueal. Deve corrigir-se tracionando-o desde seu ramo externo para depois fixá-lo na posição adequada com seu anel de fixação.
#232Vista interna de um Tutor que, de forma correta, apoia suas alas sobre a borda do ostoma. O tutor de ostoma é um tubo que, introduzido pelo traqueostoma, fixa-se no interior da traqueia com duas pequenas alas que evitam sua extração acidental. Utiliza-se como passo intermediário à decanulação para evitar o fechamento espontâneo de uma traqueostomia cuja utilidade se desconhece, e até assegurar-se de que a respiração pela via natural é possível e satisfatória.
Vista interna de um Tutor que, de forma correta, apoia suas alas sobre a borda do ostoma. O tutor de ostoma é um tubo que, introduzido pelo traqueostoma, fixa-se no interior da traqueia com duas pequenas alas que evitam sua extração acidental. Utiliza-se como passo intermediário à decanulação para evitar o fechamento espontâneo de uma traqueostomia cuja utilidade se desconhece, e até assegurar-se de que a respiração pela via natural é possível e satisfatória.
#2302Aneumatose do lobo inferior direito com evolução para a atelectasia por um carcinoma que oclui seu brônquio. A cissura deste lobo deslocar-se-á em direção à coluna vertebral durante o colapso. A indicação de stents em brônquios distais ou lobares foi controvertida (Journal of Bronchology & Interventional Pulmonology 24:3;211-215.2017). Aqui, desde o interior de uma prótese no brônquio intermédio, observa-se um pequeno stent cônico implantado após a ressecção do tumor e que permitiu a reexpansão do lobo inferior direito. Hospital Alemán.
Aneumatose do lobo inferior direito com evolução para a atelectasia por um carcinoma que oclui seu brônquio. A cissura deste lobo deslocar-se-á em direção à coluna vertebral durante o colapso. A indicação de stents em brônquios distais ou lobares foi controvertida (Journal of Bronchology & Interventional Pulmonology 24:3;211-215.2017). Aqui, desde o interior de uma prótese no brônquio intermédio, observa-se um pequeno stent cônico implantado após a ressecção do tumor e que permitiu a reexpansão do lobo inferior direito. Hospital Alemán.
#229Estenose puntiforme do brônquio fonte esquerdo. Sequela de tuberculose pulmonar extraprimária (fotografia já exposta em tuberculose e suas sequelas).
Estenose puntiforme do brônquio fonte esquerdo. Sequela de tuberculose pulmonar extraprimária (fotografia já exposta em tuberculose e suas sequelas).
#2272Posição adequada: estes stents do modelo estenose traqueal foram “abraçados” pela estenose e suas extremidades “flutuam” na traqueia, evitando o contato com sua mucosa e antecipando uma permanência livre de complicações.
Posição adequada: estes stents do modelo estenose traqueal foram “abraçados” pela estenose e suas extremidades “flutuam” na traqueia, evitando o contato com sua mucosa e antecipando uma permanência livre de complicações.
#226Estenose curada: apenas um fino arco fibroso no assoalho da traqueia (área superior da imagem) e uma leve redução da luz é o resultado do tratamento de dilatação repetida. Em primeiro plano da imagem também aparecem glândulas mucosas dilatadas.
Estenose curada: apenas um fino arco fibroso no assoalho da traqueia (área superior da imagem) e uma leve redução da luz é o resultado do tratamento de dilatação repetida. Em primeiro plano da imagem também aparecem glândulas mucosas dilatadas.
#225A incrustação de secreções ocorre com mais frequência nas próteses de localização traqueal e obriga à sua substituição. Este stent evita a reestenose do reimplante cirúrgico do brônquio fonte esquerdo na traqueia, após um severo trauma de tórax por acidente.
A incrustação de secreções ocorre com mais frequência nas próteses de localização traqueal e obriga à sua substituição. Este stent evita a reestenose do reimplante cirúrgico do brônquio fonte esquerdo na traqueia, após um severo trauma de tórax por acidente.
#2223Vários queloides sobre cicatrizes cirúrgicas no pescoço. Os queloides são notavelmente frequentes nos casos em que se desenvolve uma estenose traqueal benigna em pacientes que foram submetidos a intubação orotraqueal. Aspecto externo da traqueia na área da estenose. Ressecção e anastomose terminoterminal como solução definitiva para uma estenose recidivante.
Vários queloides sobre cicatrizes cirúrgicas no pescoço. Os queloides são notavelmente frequentes nos casos em que se desenvolve uma estenose traqueal benigna em pacientes que foram submetidos a intubação orotraqueal. Aspecto externo da traqueia na área da estenose. Ressecção e anastomose terminoterminal como solução definitiva para uma estenose recidivante.
#221Secreções muito espessas ocupam um stent implantado em um brônquio principal esquerdo que foi seccionado e reinserido na traqueia, longe da carina.
Secreções muito espessas ocupam um stent implantado em um brônquio principal esquerdo que foi seccionado e reinserido na traqueia, longe da carina.
#2183Tesoura de corte lateral em “cabeça de pinguim” pronta para efetuar uma janela na parede de um stent de silicone implantado no brônquio fonte esquerdo. Um vício de posição fazia com que o stent obstruísse parcialmente a entrada do brônquio lobar superior ipsilateral, apesar de várias tentativas de reposicionar a prótese. Agora uma haste metálica com a extremidade em forma de gancho toma a borda do stent e a oferece à tesoura para efetuar o primeiro corte. Vista da haste metálica com extremidade em forma de gancho.
Tesoura de corte lateral em “cabeça de pinguim” pronta para efetuar uma janela na parede de um stent de silicone implantado no brônquio fonte esquerdo. Um vício de posição fazia com que o stent obstruísse parcialmente a entrada do brônquio lobar superior ipsilateral, apesar de várias tentativas de reposicionar a prótese. Agora uma haste metálica com a extremidade em forma de gancho toma a borda do stent e a oferece à tesoura para efetuar o primeiro corte. Vista da haste metálica com extremidade em forma de gancho.
#217Disposição em “ômega” de um stent liberado dentro da luz brônquica. Diferentes manobras serão necessárias para completar sua expansão. Esta tarefa será recompensada pela ausência de migração que sucede ao implante de stents que não se expandem de forma espontânea e imediata. Isso ocorre quando se escolhem próteses de um diâmetro amplo em relação à luz da via aérea a tratar.
Disposição em “ômega” de um stent liberado dentro da luz brônquica. Diferentes manobras serão necessárias para completar sua expansão. Esta tarefa será recompensada pela ausência de migração que sucede ao implante de stents que não se expandem de forma espontânea e imediata. Isso ocorre quando se escolhem próteses de um diâmetro amplo em relação à luz da via aérea a tratar.
#216Aqui uma pinça do tipo jacaré toma a borda de um stent. Ao rotar a pinça, o stent de silicone dobra-se, eliminando assim sua força radial, e pode ser extraído facilmente.
Aqui uma pinça do tipo jacaré toma a borda de um stent. Ao rotar a pinça, o stent de silicone dobra-se, eliminando assim sua força radial, e pode ser extraído facilmente.
#215Secreção mucosa filante sobre a extremidade de um stent de silicone no brônquio fonte esquerdo. Pelo diâmetro anatômico desse brônquio, os stents de 13 mm são muito apropriados para o fonte esquerdo.
Secreção mucosa filante sobre a extremidade de um stent de silicone no brônquio fonte esquerdo. Pelo diâmetro anatômico desse brônquio, os stents de 13 mm são muito apropriados para o fonte esquerdo.
#214Luz “puntiforme” em uma estenose traqueal pós-intubação. O escasso diâmetro da luz produz uma situação angustiante para o paciente; só tolerável em razão de que o comprimento da estreiteza é também muito curto, aliviando assim a resistência do fluxo aéreo através do estreito orifício.
Luz “puntiforme” em uma estenose traqueal pós-intubação. O escasso diâmetro da luz produz uma situação angustiante para o paciente; só tolerável em razão de que o comprimento da estreiteza é também muito curto, aliviando assim a resistência do fluxo aéreo através do estreito orifício.
#213Uma “alça” de corte prestes a atuar sobre o arco fibroso de uma estenose traqueal.
Uma “alça” de corte prestes a atuar sobre o arco fibroso de uma estenose traqueal.
#212Incrustação de secreções nas paredes de um stent brônquico. Este inconveniente apresenta-se com uma frequência variável e muitas vezes a flora microbiana coincide com a que existe nas peças dentárias em mau estado do paciente.
Incrustação de secreções nas paredes de um stent brônquico. Este inconveniente apresenta-se com uma frequência variável e muitas vezes a flora microbiana coincide com a que existe nas peças dentárias em mau estado do paciente.
#211Após um ano de implantado, este stent migrou e agora, livre, repousa na traqueia intratorácica, como se vê no centro e ao fundo da imagem. Em primeiro plano, a estenose apresenta uma luz ampla, com seus dois arcos fibrosos que lhe dão um aspecto estável e consolidado. Hospital Alejandro Posadas.
Após um ano de implantado, este stent migrou e agora, livre, repousa na traqueia intratorácica, como se vê no centro e ao fundo da imagem. Em primeiro plano, a estenose apresenta uma luz ampla, com seus dois arcos fibrosos que lhe dão um aspecto estável e consolidado. Hospital Alejandro Posadas.
#210Embora pudesse confundir-se com uma carina alargada, esta curiosa formação na traqueia extratorácica consiste em um septo medial que, à maneira de ponte, une a parede anterior à posterior e divide a traqueia em dois condutos, contornados por arcos fibrosos. Evolução incomum da estenose pós-intubação em um homem de 21 anos. Ver relatório Isidoro R., Debais M. Tráquea tabicada, reporte de un caso. RAMR 2014;1:51-52.
Embora pudesse confundir-se com uma carina alargada, esta curiosa formação na traqueia extratorácica consiste em um septo medial que, à maneira de ponte, une a parede anterior à posterior e divide a traqueia em dois condutos, contornados por arcos fibrosos. Evolução incomum da estenose pós-intubação em um homem de 21 anos. Ver relatório Isidoro R., Debais M. Tráquea tabicada, reporte de un caso. RAMR 2014;1:51-52.
#209Este stent traqueal “observa” o movimento cordal sem fazer contato com as cordas.
Este stent traqueal “observa” o movimento cordal sem fazer contato com as cordas.
#208Retenção de secreções no interior deste stent, agravada pela redução da luz que produz a presença do granuloma distal que se observa ao fundo da imagem. Isto indica contato da prótese com a mucosa, tosse excessiva, ou ambas.
Retenção de secreções no interior deste stent, agravada pela redução da luz que produz a presença do granuloma distal que se observa ao fundo da imagem. Isto indica contato da prótese com a mucosa, tosse excessiva, ou ambas.
#207A extremidade distal deste stent repousa muito perto de um esporão no lobar inferior. A expiração máxima pode reduzir a distância entre ambos e permitir o contato entre o stent e o esporão, produzindo tosse irritativa de difícil supressão, com possível dano na mucosa do brônquio.
A extremidade distal deste stent repousa muito perto de um esporão no lobar inferior. A expiração máxima pode reduzir a distância entre ambos e permitir o contato entre o stent e o esporão, produzindo tosse irritativa de difícil supressão, com possível dano na mucosa do brônquio.
#206Stent instalado no brônquio intermédio. Observe o alargamento desigual do esporão do lobar superior direito.
Stent instalado no brônquio intermédio. Observe o alargamento desigual do esporão do lobar superior direito.
#205Tempo depois de implantado este stent em “Y”, o avanço do crescimento tumoral em direção ao interior do stent faz com que ele emerja por seu ramo brônquico direito. Como consequência indesejada da suboclusão desse brônquio fonte, aprecia-se o acúmulo de secreções em sua entrada, indicando um fluxo aéreo precário e uma tosse inefetiva.
Tempo depois de implantado este stent em “Y”, o avanço do crescimento tumoral em direção ao interior do stent faz com que ele emerja por seu ramo brônquico direito. Como consequência indesejada da suboclusão desse brônquio fonte, aprecia-se o acúmulo de secreções em sua entrada, indicando um fluxo aéreo precário e uma tosse inefetiva.
#204Estenose traqueal central e crítica. Aspecto liso e tenso devido ao edema congestivo da mucosa. Hospital Cetrángolo.
Estenose traqueal central e crítica. Aspecto liso e tenso devido ao edema congestivo da mucosa. Hospital Cetrángolo.
#203Stent duplo: após a ressecção endocirúrgica de um extenso carcinoma, foram aplicados dois stents de silicone na bifurcação traqueal, ficando a carina “encerrada” entre eles. Na imagem, o edema generalizado domina o campo e secreções mucopurulentas muito abundantes acumulam-se ao redor das próteses e no interior de uma delas, na qual se formou uma bolha no momento da exposição fotográfica.
Stent duplo: após a ressecção endocirúrgica de um extenso carcinoma, foram aplicados dois stents de silicone na bifurcação traqueal, ficando a carina “encerrada” entre eles. Na imagem, o edema generalizado domina o campo e secreções mucopurulentas muito abundantes acumulam-se ao redor das próteses e no interior de uma delas, na qual se formou uma bolha no momento da exposição fotográfica.
#202Aspecto da mucosa traqueal após a remoção de um stent. Observa-se um arco de estenose residual, ainda congestivo, e um leito de mucosa com edema mamelonado devido ao contato prolongado com a prótese nessa zona.
Aspecto da mucosa traqueal após a remoção de um stent. Observa-se um arco de estenose residual, ainda congestivo, e um leito de mucosa com edema mamelonado devido ao contato prolongado com a prótese nessa zona.
#201A oliva metálica transpõe a estreiteza da estenose com suavidade, forçando a abertura da luz traqueal. O orifício central do instrumento permite a passagem do ar, impedindo a interrupção completa da ventilação durante o procedimento.
A oliva metálica transpõe a estreiteza da estenose com suavidade, forçando a abertura da luz traqueal. O orifício central do instrumento permite a passagem do ar, impedindo a interrupção completa da ventilação durante o procedimento.
#1992Um balão de dilatação cheio de solução salina exerce pressão circunferencial durante a dilatação de uma estenose. Pode-se apreciar o aspecto da parede traqueal, edematosa e congestiva, após a descompressão do balão elástico. Note-se a distância entre o balão e a mucosa como produto da manobra de dilatação progressiva.
Um balão de dilatação cheio de solução salina exerce pressão circunferencial durante a dilatação de uma estenose. Pode-se apreciar o aspecto da parede traqueal, edematosa e congestiva, após a descompressão do balão elástico. Note-se a distância entre o balão e a mucosa como produto da manobra de dilatação progressiva.
#198Estas protrusões lisas que parecem amontoar-se sobre a parede traqueal posterior ou membrana mucosa correspondem a granulomas originados por uma temível situação: a “lesão por ponta de cânula traqueal”. A falta de fixação estável do pavilhão da cânula de traqueostomia contra o pescoço permite movimentos do dispositivo, que tende a bascular sobre seu apoio no ostoma, fazendo com que sua extremidade ou ponta da cânula danifique a mucosa traqueal. O fenômeno é particularmente verdadeiro quando ela foi conectada a um sistema de ventilação mecânica, agregando peso e movimento indesejado à cânula. Hospital Alejandro Posadas.
Estas protrusões lisas que parecem amontoar-se sobre a parede traqueal posterior ou membrana mucosa correspondem a granulomas originados por uma temível situação: a “lesão por ponta de cânula traqueal”. A falta de fixação estável do pavilhão da cânula de traqueostomia contra o pescoço permite movimentos do dispositivo, que tende a bascular sobre seu apoio no ostoma, fazendo com que sua extremidade ou ponta da cânula danifique a mucosa traqueal. O fenômeno é particularmente verdadeiro quando ela foi conectada a um sistema de ventilação mecânica, agregando peso e movimento indesejado à cânula. Hospital Alejandro Posadas.
#197Uma forma pouco frequente da estenose complexa é a estenose dupla. Seu tratamento difere bastante conforme sua localização anatômica: muito separadas, muito juntas ou, pior ainda, como se vê na imagem de reconstrução: “nem juntas nem separadas”.
Uma forma pouco frequente da estenose complexa é a estenose dupla. Seu tratamento difere bastante conforme sua localização anatômica: muito separadas, muito juntas ou, pior ainda, como se vê na imagem de reconstrução: “nem juntas nem separadas”.
#196Stent traqueal após 10 meses de permanência. As paredes da endoprótese estão livres de secreções e incrustações, mas vários granulomas desenvolveram-se na mucosa próxima à sua extremidade distal. Um muito volumoso e mamelonado assenta-se em toda a parede posterior.
Stent traqueal após 10 meses de permanência. As paredes da endoprótese estão livres de secreções e incrustações, mas vários granulomas desenvolveram-se na mucosa próxima à sua extremidade distal. Um muito volumoso e mamelonado assenta-se em toda a parede posterior.
#195Posição «ideal» para um stent traqueal no tratamento de uma estenose irressecável. O dispositivo é “aprisionado” na área da estenose e sua extremidade anterior fica “flutuando” na luz traqueal. Assim, essa atitude reduz a possibilidade de aparição de granulomas. A extremidade distal da prótese encontra-se ainda algo dobrada. O defeito pode corrigir-se manualmente com pinça longa, ou de forma espontânea nos dias seguintes ao implante.
Posição «ideal» para um stent traqueal no tratamento de uma estenose irressecável. O dispositivo é “aprisionado” na área da estenose e sua extremidade anterior fica “flutuando” na luz traqueal. Assim, essa atitude reduz a possibilidade de aparição de granulomas. A extremidade distal da prótese encontra-se ainda algo dobrada. O defeito pode corrigir-se manualmente com pinça longa, ou de forma espontânea nos dias seguintes ao implante.
#194Stent de silicone atuando como suporte em uma estenose traqueal ao nível dos primeiros anéis. As cordas vocais encontram-se algo espessadas e com manifesta congestão na mucosa em seu terço posterior, próximo aos aritenoides.
Stent de silicone atuando como suporte em uma estenose traqueal ao nível dos primeiros anéis. As cordas vocais encontram-se algo espessadas e com manifesta congestão na mucosa em seu terço posterior, próximo aos aritenoides.
#193Estenose traqueal complexa após tratamento endocirúrgico. Imagem tomada um mês após a retirada de um stent que permaneceu durante 2 anos. Aprecia-se uma luz traqueal suficiente e algumas alterações em seu relevo pela presença de granulomas sobre a parede esquerda. O edema apaga as pregas longitudinais e a silhueta das cartilagens.
Estenose traqueal complexa após tratamento endocirúrgico. Imagem tomada um mês após a retirada de um stent que permaneceu durante 2 anos. Aprecia-se uma luz traqueal suficiente e algumas alterações em seu relevo pela presença de granulomas sobre a parede esquerda. O edema apaga as pregas longitudinais e a silhueta das cartilagens.
#192Cortes radiais nas horas 3 e 9, praticados com eletrocautério. Procedimento prévio à dilatação de uma estenose traqueal simples. O corte radial também resulta uma medida de segurança, reduzindo os riscos de ruptura da membrana posterior durante as manobras de dilatação.
Cortes radiais nas horas 3 e 9, praticados com eletrocautério. Procedimento prévio à dilatação de uma estenose traqueal simples. O corte radial também resulta uma medida de segurança, reduzindo os riscos de ruptura da membrana posterior durante as manobras de dilatação.
#1902A luz do brônquio fonte esquerdo encontra-se muito reduzida devido a uma estenose estabelecida após uma ruptura brônquica completa por traumatismo de tórax. A redução do diâmetro brônquico é concêntrica e progressiva, ou “infundibuliforme”. O edema espessa a mucosa e perdem-se os relevos cartilaginosos e também as pregas lineares da parede posterior do brônquio. Radiografia do caso anterior: “hemitórax opaco”. Todo o campo esquerdo resulta completamente opaco, de forma homogênea e da base ao ápice. O “sinal da coluna desnuda” e um pneumonocele posteroinferior estão presentes devido à retração, assim como a ascensão da câmara gástrica, indicando atelectasia pulmonar.
A luz do brônquio fonte esquerdo encontra-se muito reduzida devido a uma estenose estabelecida após uma ruptura brônquica completa por traumatismo de tórax. A redução do diâmetro brônquico é concêntrica e progressiva, ou “infundibuliforme”. O edema espessa a mucosa e perdem-se os relevos cartilaginosos e também as pregas lineares da parede posterior do brônquio. Radiografia do caso anterior: “hemitórax opaco”. Todo o campo esquerdo resulta completamente opaco, de forma homogênea e da base ao ápice. O “sinal da coluna desnuda” e um pneumonocele posteroinferior estão presentes devido à retração, assim como a ascensão da câmara gástrica, indicando atelectasia pulmonar.
#189Estenose traqueal que forma um duplo diafragma de tecido fibroso. Ao longe aprecia-se uma segunda estenose com escassa luz puntiforme, única via disponível para a ventilação.
Estenose traqueal que forma um duplo diafragma de tecido fibroso. Ao longe aprecia-se uma segunda estenose com escassa luz puntiforme, única via disponível para a ventilação.
#188Estranhamente, um tubo em “T” perdeu seu alinhamento com a traqueia. A inspeção desde a glote identifica sua extremidade, que se apoia sobre tecido inflamado na parede posterior, repleto de secreções. Hospital Alejandro Posadas.
Estranhamente, um tubo em “T” perdeu seu alinhamento com a traqueia. A inspeção desde a glote identifica sua extremidade, que se apoia sobre tecido inflamado na parede posterior, repleto de secreções. Hospital Alejandro Posadas.
#187Estenose consolidada, central e curta, abaixo da proeminência do primeiro anel traqueal. Assintomática, pois seu diâmetro supera os 8 mm. (Isidoro, R. Prótesis traqueal implante prolongado: 10 años. RAMR 2016; 3:250-257)
Estenose consolidada, central e curta, abaixo da proeminência do primeiro anel traqueal. Assintomática, pois seu diâmetro supera os 8 mm. (Isidoro, R. Prótesis traqueal implante prolongado: 10 años. RAMR 2016; 3:250-257)
#186Estenose traqueal benigna central, com vários arcos fibrosos. Suas bordas finas, junto com sua palidez, indicam um estado inflamatório ausente. Condição muito apta para o tratamento cirúrgico a céu aberto.
Estenose traqueal benigna central, com vários arcos fibrosos. Suas bordas finas, junto com sua palidez, indicam um estado inflamatório ausente. Condição muito apta para o tratamento cirúrgico a céu aberto.
#1842Subglote: a pouca distância das cordas vocais, uma estenose simples, em diafragma, reduz consideravelmente a luz. A ventilação é possível graças a um orifício central e circular, com um pequeno nódulo marginal. O mesmo volume de ar inalado deverá aumentar sua velocidade para ingressar por uma luz estreita, tornando-se turbulento, o que provoca visível hiperemia na mucosa. Fotografia ampliada do caso. Note-se as bordas finas e tensas do orifício central do diafragma. Quase sempre cedem de imediato às manobras de dilatação.
Subglote: a pouca distância das cordas vocais, uma estenose simples, em diafragma, reduz consideravelmente a luz. A ventilação é possível graças a um orifício central e circular, com um pequeno nódulo marginal. O mesmo volume de ar inalado deverá aumentar sua velocidade para ingressar por uma luz estreita, tornando-se turbulento, o que provoca visível hiperemia na mucosa. Fotografia ampliada do caso. Note-se as bordas finas e tensas do orifício central do diafragma. Quase sempre cedem de imediato às manobras de dilatação.
#183Estenose laríngea que evoluiu para o fechamento total da luz ao nível da subglote. O paciente padece de uma estenose pós-intubação com dano das cartilagens laríngeas. Desenvolve uma estenose subglótica que, quando se torna sintomática ou crítica, recebe das mãos do cirurgião o alívio da traqueostomia. No entanto, essa “desfuncionalização” da laringe é o que precede seu fechamento completo. Quando ocorre em um nível mais baixo e afeta a traqueia inicial, constitui a “traqueia cega”.
Estenose laríngea que evoluiu para o fechamento total da luz ao nível da subglote. O paciente padece de uma estenose pós-intubação com dano das cartilagens laríngeas. Desenvolve uma estenose subglótica que, quando se torna sintomática ou crítica, recebe das mãos do cirurgião o alívio da traqueostomia. No entanto, essa “desfuncionalização” da laringe é o que precede seu fechamento completo. Quando ocorre em um nível mais baixo e afeta a traqueia inicial, constitui a “traqueia cega”.
#1803a) Vista da glote em abdução. Falta a luz traqueal ao fundo da imagem devido a uma estenose. b) Caso anterior. c) Caso anterior: vista da junção laringotraqueal, na qual se aprecia, ao nível do primeiro anel, o fechamento completo da luz ou “traqueia cega”.
a) Vista da glote em abdução. Falta a luz traqueal ao fundo da imagem devido a uma estenose. b) Caso anterior. c) Caso anterior: vista da junção laringotraqueal, na qual se aprecia, ao nível do primeiro anel, o fechamento completo da luz ou “traqueia cega”.
#179Radiografia de tórax com perda de volume do lobo médio em paciente com sequelas de tuberculose e uma broncoscopia que encontra a estenose do brônquio (quadrante superior esquerdo da imagem). Síndrome de Brock ou do lobo médio.
Radiografia de tórax com perda de volume do lobo médio em paciente com sequelas de tuberculose e uma broncoscopia que encontra a estenose do brônquio (quadrante superior esquerdo da imagem). Síndrome de Brock ou do lobo médio.
#178Luz triangular no local de antiga traqueostomia, onde o dano ou ablação da cartilagem causa uma malácia local com colapso total durante a tosse.
Luz triangular no local de antiga traqueostomia, onde o dano ou ablação da cartilagem causa uma malácia local com colapso total durante a tosse.
#177Este coágulo bastante compacto e de incrível tamanho alojava-se no brônquio fonte direito, com a consequente atelectasia pulmonar. Apesar de seu volume, foi expelido pelas pressões geradas pela tosse.
Este coágulo bastante compacto e de incrível tamanho alojava-se no brônquio fonte direito, com a consequente atelectasia pulmonar. Apesar de seu volume, foi expelido pelas pressões geradas pela tosse.
#176Este pequeno “tampão brônquico” de gaze enrolada permite deter uma hemorragia grave quando se oclui o brônquio com ele. Aplica-se diretamente com a pinça de broncoscopia rígida. O longo fio de linho que o segura assomará pela boca do paciente e, no momento de retirá-lo, basta tracioná-lo para extrair o tampão.
Este pequeno “tampão brônquico” de gaze enrolada permite deter uma hemorragia grave quando se oclui o brônquio com ele. Aplica-se diretamente com a pinça de broncoscopia rígida. O longo fio de linho que o segura assomará pela boca do paciente e, no momento de retirá-lo, basta tracioná-lo para extrair o tampão.
#175Balão de hemostasia com sua amarração ao canal do broncoscópio flexível, que o guiará até o brônquio a ocluir.
Balão de hemostasia com sua amarração ao canal do broncoscópio flexível, que o guiará até o brônquio a ocluir.
#174Embora o título exagere sua condição, os grandes coágulos que não são retirados a tempo sofrem ressecamento e tal endurecimento que tornam necessária uma broncoscopia rígida para sua remoção. Mais comumente ocorre nos pacientes que se encontram sob assistência respiratória com mistura gasosa insuficientemente umidificada.
Embora o título exagere sua condição, os grandes coágulos que não são retirados a tempo sofrem ressecamento e tal endurecimento que tornam necessária uma broncoscopia rígida para sua remoção. Mais comumente ocorre nos pacientes que se encontram sob assistência respiratória com mistura gasosa insuficientemente umidificada.
#173Linha de sangue que descobre o brônquio que causa a hemoptise. Algumas vezes a broncoscopia pode estabelecer a origem anatômica da hemoptise, embora não se deva esperar um rastro tão claro quanto o da fotografia. Usualmente o sangue fresco distribui-se pela tosse e o mais antigo coagula-se e fragmenta-se, de modo que é visto em diferentes zonas da via aérea. Então o broncoscopista se cala. Para assegurar a origem da hemoptise, é imperativo observar a produção e reprodução do sangue proveniente de um mesmo brônquio.
Linha de sangue que descobre o brônquio que causa a hemoptise. Algumas vezes a broncoscopia pode estabelecer a origem anatômica da hemoptise, embora não se deva esperar um rastro tão claro quanto o da fotografia. Usualmente o sangue fresco distribui-se pela tosse e o mais antigo coagula-se e fragmenta-se, de modo que é visto em diferentes zonas da via aérea. Então o broncoscopista se cala. Para assegurar a origem da hemoptise, é imperativo observar a produção e reprodução do sangue proveniente de um mesmo brônquio.
#1712Transcorridos alguns dias, o coágulo começa a empalidecer, abandonando aos poucos sua cor bordô original. Mais alguns dias: antes de eliminar-se espontaneamente, o coágulo, agora pálido-amarelado, retrai-se perdendo volume e aumentando sua consistência, de modo que pode confundir-se com uma neoformação.
Transcorridos alguns dias, o coágulo começa a empalidecer, abandonando aos poucos sua cor bordô original. Mais alguns dias: antes de eliminar-se espontaneamente, o coágulo, agora pálido-amarelado, retrai-se perdendo volume e aumentando sua consistência, de modo que pode confundir-se com uma neoformação.
#170Na broncoscopia flexível do caso anterior encontra-se a entrada da cavidade através de dois brônquios separados por seu esporão, produzindo um duplo sinal do “buraco negro”. Hospital Francisco Muñiz.
Na broncoscopia flexível do caso anterior encontra-se a entrada da cavidade através de dois brônquios separados por seu esporão, produzindo um duplo sinal do “buraco negro”. Hospital Francisco Muñiz.
#169A telerradiografia de tórax foi tomada sem a necessária centragem, como demonstra a assimetria entre as clavículas e as apófises transversas, gerando uma falsa imagem de retração pulmonar esquerda (sinal da “coluna desnuda”). Um padrão destrutivo confuso ocupa todo esse hemitórax, no qual se oculta um sistema de várias cavidades pulmonares. Hospital Francisco Muñiz.
A telerradiografia de tórax foi tomada sem a necessária centragem, como demonstra a assimetria entre as clavículas e as apófises transversas, gerando uma falsa imagem de retração pulmonar esquerda (sinal da “coluna desnuda”). Um padrão destrutivo confuso ocupa todo esse hemitórax, no qual se oculta um sistema de várias cavidades pulmonares. Hospital Francisco Muñiz.
#1672É uma das três formas em que afeta o pulmão. Vista do interior de uma cavidade com colônias de Aspergillus fumigatus. O fungo produz um transtorno local da coagulação e pode originar hemoptises graves e fatais. Corte tomográfico do caso anterior, no qual se observa o aspergiloma como uma proeminência na parede posterior da cavidade.
É uma das três formas em que afeta o pulmão. Vista do interior de uma cavidade com colônias de Aspergillus fumigatus. O fungo produz um transtorno local da coagulação e pode originar hemoptises graves e fatais. Corte tomográfico do caso anterior, no qual se observa o aspergiloma como uma proeminência na parede posterior da cavidade.
#1652À direita, a presença do sinal do “buraco negro” anuncia a existência da cavidade. A mucosa encontra-se edemaciada e o esporão de divisão perdeu seu fio, tornando-se rombo. Vista da entrada da cavidade.
À direita, a presença do sinal do “buraco negro” anuncia a existência da cavidade. A mucosa encontra-se edemaciada e o esporão de divisão perdeu seu fio, tornando-se rombo. Vista da entrada da cavidade.
#164A inspeção do interior de uma caverna é um ato infrequente. Em sua parede podem aparecer pequenos brônquios com diminutos esporões.
A inspeção do interior de uma caverna é um ato infrequente. Em sua parede podem aparecer pequenos brônquios com diminutos esporões.
#163Estenose puntiforme do brônquio fonte esquerdo. Sequela de tuberculose brônquica.
Estenose puntiforme do brônquio fonte esquerdo. Sequela de tuberculose brônquica.
#162Esta área circular sobrelevada e de centro esbranquiçado efraciona-se facilmente durante a biópsia, revelando a aparição de cáseo. Futura fístula ganglio-brônquica tuberculosa.
Esta área circular sobrelevada e de centro esbranquiçado efraciona-se facilmente durante a biópsia, revelando a aparição de cáseo. Futura fístula ganglio-brônquica tuberculosa.
#161Vista desde a traqueia intratorácica. Estes brônquios fonte encontram-se “reunidos”. Note-se que o ângulo de separação reduziu-se, dando um aspecto singular de paralelismo. A parede traqueal posterior também se vê modificada. As alterações devem-se a uma toracoplastia de seis costelas, que incluiu a primeira, como tratamento cirúrgico complementar de uma tuberculose pulmonar multirresistente.
Vista desde a traqueia intratorácica. Estes brônquios fonte encontram-se “reunidos”. Note-se que o ângulo de separação reduziu-se, dando um aspecto singular de paralelismo. A parede traqueal posterior também se vê modificada. As alterações devem-se a uma toracoplastia de seis costelas, que incluiu a primeira, como tratamento cirúrgico complementar de uma tuberculose pulmonar multirresistente.
#160Formação mamelonada na parede brônquica que oculta a desembocadura da fístula.
Formação mamelonada na parede brônquica que oculta a desembocadura da fístula.
#159A parede medial do brônquio fonte direito mostra uma abertura anfractuosa e irregular como resultado de uma linfadenite tuberculosa que descarrega seu conteúdo caseoso na luz brônquica.
A parede medial do brônquio fonte direito mostra uma abertura anfractuosa e irregular como resultado de uma linfadenite tuberculosa que descarrega seu conteúdo caseoso na luz brônquica.
#158Abaulamento da parede na entrada do brônquio fonte direito que termina em uma formação que lembra as pústulas. A biópsia deste mamelão é seguida pela aparição de cáseo, que é o início do desenvolvimento de uma fístula ganglio-brônquica tuberculosa.
Abaulamento da parede na entrada do brônquio fonte direito que termina em uma formação que lembra as pústulas. A biópsia deste mamelão é seguida pela aparição de cáseo, que é o início do desenvolvimento de uma fístula ganglio-brônquica tuberculosa.
#157Vista da coroa laríngea muito tumefeita. Perdeu o relevo habitual de seu esqueleto cartilaginoso e uma granulação disseminada distribui-se irregularmente na mucosa. As cordas vocais, também afetadas, estão assimetricamente espessadas e deformadas.
Vista da coroa laríngea muito tumefeita. Perdeu o relevo habitual de seu esqueleto cartilaginoso e uma granulação disseminada distribui-se irregularmente na mucosa. As cordas vocais, também afetadas, estão assimetricamente espessadas e deformadas.
#156Vista da traqueia pré-carinal com abaulamento da parede posterior. Suas pregas encontram-se bem marcadas e “tensionam-se” para rodear a carina, grosseiramente alargada em seu fio e em suas vertentes. A congestão da mucosa é irregular devido a que seus vasos nutrientes foram aprisionados pelo crescimento tumoral regional. Hospital Alejandro Posadas.
Vista da traqueia pré-carinal com abaulamento da parede posterior. Suas pregas encontram-se bem marcadas e “tensionam-se” para rodear a carina, grosseiramente alargada em seu fio e em suas vertentes. A congestão da mucosa é irregular devido a que seus vasos nutrientes foram aprisionados pelo crescimento tumoral regional. Hospital Alejandro Posadas.
#155Carina em “sela de montar” ou em “lombo de livro”. A parede traqueal e a dos brônquios principais encontra-se deslocada para a frente. Existe uma moderada congestão da mucosa. A borda da carina desapareceu devido ao comprometimento dos gânglios subcarinais do grupo 7, por um carcinoma.
Carina em “sela de montar” ou em “lombo de livro”. A parede traqueal e a dos brônquios principais encontra-se deslocada para a frente. Existe uma moderada congestão da mucosa. A borda da carina desapareceu devido ao comprometimento dos gânglios subcarinais do grupo 7, por um carcinoma.
#1496Diferentes formas de alargamento da carina principal, sem disrupção da mucosa: a) Alargamento às custas do fio carinal. b) Alargamento às custas do triângulo anterior. c) Às custas da vertente direita. d) Às custas de ambas as vertentes. e) Alargamento total da carina. f) Alargamento combinado, com deformação da luz e distorção das pregas longitudinais. Todas as alterações sem disrupção da mucosa.
Diferentes formas de alargamento da carina principal, sem disrupção da mucosa: a) Alargamento às custas do fio carinal. b) Alargamento às custas do triângulo anterior. c) Às custas da vertente direita. d) Às custas de ambas as vertentes. e) Alargamento total da carina. f) Alargamento combinado, com deformação da luz e distorção das pregas longitudinais. Todas as alterações sem disrupção da mucosa.
#148Traqueia severamente afetada por um carcinoma que se assenta na parede posterior da porção intratorácica e pré-carinal, com redução da luz a 50%.
Traqueia severamente afetada por um carcinoma que se assenta na parede posterior da porção intratorácica e pré-carinal, com redução da luz a 50%.
#147Esta volumosa formação parece ocupar toda a luz e nos priva de explicar de que modo se alcança a ventilação pulmonar distal. A razão está em que, antes do relaxamento muscular causado pela anestesia geral, o diâmetro traqueal era maior e permitia assim a passagem do ar pela periferia desta grande lesão ocupante.
Esta volumosa formação parece ocupar toda a luz e nos priva de explicar de que modo se alcança a ventilação pulmonar distal. A razão está em que, antes do relaxamento muscular causado pela anestesia geral, o diâmetro traqueal era maior e permitia assim a passagem do ar pela periferia desta grande lesão ocupante.
#146Tumor de superfície lisa e aspecto circunscrito ocupa o centro da luz traqueal, alcançando a altura de seu primeiro anel.
Tumor de superfície lisa e aspecto circunscrito ocupa o centro da luz traqueal, alcançando a altura de seu primeiro anel.
#145Edema irregular em paralelepípedo da parede traqueal por embolias neoplásicas nos linfáticos submucosos.
Edema irregular em paralelepípedo da parede traqueal por embolias neoplásicas nos linfáticos submucosos.
#144Neste caso, um linfangioma cístico no pescoço mal desvia a traqueia. Nas horas 4 e 5, a impressão dos anéis perdeu-se pelo edema liso e regular da mucosa.
Neste caso, um linfangioma cístico no pescoço mal desvia a traqueia. Nas horas 4 e 5, a impressão dos anéis perdeu-se pelo edema liso e regular da mucosa.
#143Traqueopatia osteocondroplástica: aspecto traqueal muito distante de sua conformação anatômica habitual. Múltiplas excrescências nodulares duras, distribuídas de forma irregular sobre as cartilagens traqueais, revestidas por mucosa normal. A traqueopatia osteoplástica é uma afecção infrequente e assintomática. Hospital Alejandro Posadas.
Traqueopatia osteocondroplástica: aspecto traqueal muito distante de sua conformação anatômica habitual. Múltiplas excrescências nodulares duras, distribuídas de forma irregular sobre as cartilagens traqueais, revestidas por mucosa normal. A traqueopatia osteoplástica é uma afecção infrequente e assintomática. Hospital Alejandro Posadas.
#142Fotografia de uma pseudomembrana traqueal extraída sob broncoscopia rígida, em um paciente com quadro obstrutivo e antecedente de intubação orotraqueal recente.
Fotografia de uma pseudomembrana traqueal extraída sob broncoscopia rígida, em um paciente com quadro obstrutivo e antecedente de intubação orotraqueal recente.
#141Traqueia em “bainha de sabre”. Notável redução de seu diâmetro transverso, devido à compressão exercida por adenomegalias paratraqueais dos grupos 2 e 4. A mucosa encontra-se espessada por edema regular.
Traqueia em “bainha de sabre”. Notável redução de seu diâmetro transverso, devido à compressão exercida por adenomegalias paratraqueais dos grupos 2 e 4. A mucosa encontra-se espessada por edema regular.
#140Severa distorção da traqueia pré-carinal por compressão que eleva as pregas e deforma a entrada dos brônquios principais. A carina, embora muito assimétrica, mantém-se fina.
Severa distorção da traqueia pré-carinal por compressão que eleva as pregas e deforma a entrada dos brônquios principais. A carina, embora muito assimétrica, mantém-se fina.
#139Sobre a compressão da parede posterior assoma uma protrusão ainda submucosa e lisa. Ao fundo da imagem, adivinha-se o grande alargamento da carina traqueal.
Sobre a compressão da parede posterior assoma uma protrusão ainda submucosa e lisa. Ao fundo da imagem, adivinha-se o grande alargamento da carina traqueal.
#138Escassa luz em “meia-lua”, por firme compressão sobre a parede posterior traqueal.
Escassa luz em “meia-lua”, por firme compressão sobre a parede posterior traqueal.
#137Severa compressão sobre a parede posterior traqueal que a adianta em direção à luz. Edema geral e regular da mucosa.
Severa compressão sobre a parede posterior traqueal que a adianta em direção à luz. Edema geral e regular da mucosa.
#136Ligeira compressão lateral e pregas que se curvam e acentuam como indício de afecção adjacente à parede traqueal posterior.
Ligeira compressão lateral e pregas que se curvam e acentuam como indício de afecção adjacente à parede traqueal posterior.
#135Necrose actínica: a traqueia apresenta uma redução de seus diâmetros transversos como consequência da necrose aguda de sua mucosa, que permitiu o desprendimento dos anéis traqueais em suas extremidades. O órgão desordena-se na inspiração, estreitando sua membrana mucosa posterior e aprofundando os espaços intercartilaginosos.
Necrose actínica: a traqueia apresenta uma redução de seus diâmetros transversos como consequência da necrose aguda de sua mucosa, que permitiu o desprendimento dos anéis traqueais em suas extremidades. O órgão desordena-se na inspiração, estreitando sua membrana mucosa posterior e aprofundando os espaços intercartilaginosos.
#134Redução da luz traqueal de causa combinada. Visível compressão posterolateral direita e lesão intramural na parede oposta que começa a protruir em direção à luz.
Redução da luz traqueal de causa combinada. Visível compressão posterolateral direita e lesão intramural na parede oposta que começa a protruir em direção à luz.
#133Volumoso e solitário, um granuloma pálido e de superfície lisa observa a traqueia desde sua inserção na borda do ostoma. Centro de saúde, Montevidéu, Uruguai.
Volumoso e solitário, um granuloma pálido e de superfície lisa observa a traqueia desde sua inserção na borda do ostoma. Centro de saúde, Montevidéu, Uruguai.
#132Compressão algo lobulada sobre a membrana mucosa da parede posterior da traqueia extratorácica.
Compressão algo lobulada sobre a membrana mucosa da parede posterior da traqueia extratorácica.
#131Carina traqueal alargada e fixa. A entrada dos brônquios fonte é assimétrica por redução desigual de seus diâmetros, devido a compressão e edema regular.
Carina traqueal alargada e fixa. A entrada dos brônquios fonte é assimétrica por redução desigual de seus diâmetros, devido a compressão e edema regular.
#130Compressão lateral esquerda sobre a traqueia que só se aprecia pela assimetria no nascimento dos brônquios fonte, em direção aos quais assoma uma formação que emerge da parede lateral direita da traqueia e suboclui a entrada do brônquio principal do mesmo lado. Observe o abaulamento da membrana mucosa posterior ao ingressar em direção ao fonte esquerdo.
Compressão lateral esquerda sobre a traqueia que só se aprecia pela assimetria no nascimento dos brônquios fonte, em direção aos quais assoma uma formação que emerge da parede lateral direita da traqueia e suboclui a entrada do brônquio principal do mesmo lado. Observe o abaulamento da membrana mucosa posterior ao ingressar em direção ao fonte esquerdo.
#129Traqueia em “bainha de sabre”. Adequada analogia para esta compressão severa e prolongada da traqueia por um bócio endotorácico. Os relevos cartilaginosos perderam-se e o edema dá um aspecto regular a toda a mucosa. A parede posterior é agora um estreito e reto corredor que conduz à carina. Hospital Alejandro Posadas.
Traqueia em “bainha de sabre”. Adequada analogia para esta compressão severa e prolongada da traqueia por um bócio endotorácico. Os relevos cartilaginosos perderam-se e o edema dá um aspecto regular a toda a mucosa. A parede posterior é agora um estreito e reto corredor que conduz à carina. Hospital Alejandro Posadas.
#128Na bronquite crônica, a atrofia da mucosa confere-lhe um aspecto tenso e brilhante, com orifícios glandulares amplos e relevos afiados nos esporões e cartilagens.
Na bronquite crônica, a atrofia da mucosa confere-lhe um aspecto tenso e brilhante, com orifícios glandulares amplos e relevos afiados nos esporões e cartilagens.
#127Múltiplas depressões da mucosa brônquica no lobo superior direito, com máculas antracóticas nelas.
Múltiplas depressões da mucosa brônquica no lobo superior direito, com máculas antracóticas nelas.
#126Glândulas brônquicas dilatadas na entrada do brônquio fonte esquerdo, na união de sua parede lateral com a posterior ou membrana mucosa.
Glândulas brônquicas dilatadas na entrada do brônquio fonte esquerdo, na união de sua parede lateral com a posterior ou membrana mucosa.
#125Bronquite crônica. Deslocamento para a frente da parede posterior do brônquio fonte direito durante a inspiração. A profundidade das pregas longitudinais mantém-se e não desaparece como ocorre quando a parede é “esticada” por uma compressão extrínseca. Aqui a alteração é dinâmica e deve-se à flacidez da mucosa e das bandas elásticas.
Bronquite crônica. Deslocamento para a frente da parede posterior do brônquio fonte direito durante a inspiração. A profundidade das pregas longitudinais mantém-se e não desaparece como ocorre quando a parede é “esticada” por uma compressão extrínseca. Aqui a alteração é dinâmica e deve-se à flacidez da mucosa e das bandas elásticas.
#124Bronquite crônica. Secreção filante de aspecto mucoso no brônquio fonte esquerdo.
Bronquite crônica. Secreção filante de aspecto mucoso no brônquio fonte esquerdo.
#123Sobre a parede lateral direita observam-se várias proeminências cartilaginosas que, em alguns casos, podem adquirir uma forma triangular ou de “esporão”. Sem valor patológico.
Sobre a parede lateral direita observam-se várias proeminências cartilaginosas que, em alguns casos, podem adquirir uma forma triangular ou de “esporão”. Sem valor patológico.
#122Aspecto triangular da luz traqueal, deformação permanente devida a tosse crônica.
Aspecto triangular da luz traqueal, deformação permanente devida a tosse crônica.
#121“Sinal do buraco negro”. O brônquio que aparece na hora 2 conduz a uma cavidade. A luz emitida pelo endoscópio não se refrata nem se reflete nas paredes, de modo que o brônquio é visto como um orifício escuro.
“Sinal do buraco negro”. O brônquio que aparece na hora 2 conduz a uma cavidade. A luz emitida pelo endoscópio não se refrata nem se reflete nas paredes, de modo que o brônquio é visto como um orifício escuro.
#120“Sinal do buraco negro”. O brônquio lobar inferior esquerdo não reflete a luz do endoscópio. Aparece com uma penumbra central, devido a que a luz se perde dentro de uma cavidade com a qual o brônquio se encontra comunicado.
“Sinal do buraco negro”. O brônquio lobar inferior esquerdo não reflete a luz do endoscópio. Aparece com uma penumbra central, devido a que a luz se perde dentro de uma cavidade com a qual o brônquio se encontra comunicado.
#119“Sinal da bolha” positivo. Na hora 11: observam-se bolhas no segmentar lateral do lobo médio (RB4). Sem bolhas no medial (RB5), na hora 7 da fotografia: denunciam a obstrução distal deste brônquio. Indica que, no segmento RB5, o broncoscopista deve introduzir a pinça de biópsia para chegar ao tumor que o obstrui. O sinal da bolha foi descrito pelo Dr. Ricardo Isidoro no ano de 2005 e publicado muito tempo depois. Rev. amer. med. respiratoria vol.12 no.4 CABA out./dez. 2012
“Sinal da bolha” positivo. Na hora 11: observam-se bolhas no segmentar lateral do lobo médio (RB4). Sem bolhas no medial (RB5), na hora 7 da fotografia: denunciam a obstrução distal deste brônquio. Indica que, no segmento RB5, o broncoscopista deve introduzir a pinça de biópsia para chegar ao tumor que o obstrui. O sinal da bolha foi descrito pelo Dr. Ricardo Isidoro no ano de 2005 e publicado muito tempo depois. Rev. amer. med. respiratoria vol.12 no.4 CABA out./dez. 2012
#118“Sinal da bolha positivo”. A falta de bolhas em um destes dois segmentos da língula, após instilar solução fisiológica, indica que se encontra ocluído distalmente.
“Sinal da bolha positivo”. A falta de bolhas em um destes dois segmentos da língula, após instilar solução fisiológica, indica que se encontra ocluído distalmente.
#117“Sinal da bolha”. A falta de formação de bolhas em um brônquio segmentar durante a respiração e após a instilação de solução salina sugere que esse brônquio se encontra obstruído em seu trajeto distal.
“Sinal da bolha”. A falta de formação de bolhas em um brônquio segmentar durante a respiração e após a instilação de solução salina sugere que esse brônquio se encontra obstruído em seu trajeto distal.
#116Sinal de Bence. Bence A. E. Broncoscopia. Sus indicaciones. El día Med 1942; 25:634
Sinal de Bence. Bence A. E. Broncoscopia. Sus indicaciones. El día Med 1942; 25:634
#115Os sinais inflamatórios dominam a imagem, mas aqui a luz perdeu-se e as pregas longitudinais reúnem-se, dando a este lobar superior um aspecto de “funil”: “sinal de Bence”. Este sinal indireto, vinculado ao carcinoma broncogênico, foi descrito em Buenos Aires, no ano de 1942, pelo Dr. Álvaro Bence, responsável pelo serviço de broncoscopia do hospital Guillermo Rawson desde 1938 e discípulo de Haslinger em Viena e de Chevalier Jackson na Filadélfia. (Fiorino, A. Evolución histórica de la broncoscopia. Rev Arg de tuberculosis, enfermedades pulmonares y salud pública. 1987; 3:48)
Os sinais inflamatórios dominam a imagem, mas aqui a luz perdeu-se e as pregas longitudinais reúnem-se, dando a este lobar superior um aspecto de “funil”: “sinal de Bence”. Este sinal indireto, vinculado ao carcinoma broncogênico, foi descrito em Buenos Aires, no ano de 1942, pelo Dr. Álvaro Bence, responsável pelo serviço de broncoscopia do hospital Guillermo Rawson desde 1938 e discípulo de Haslinger em Viena e de Chevalier Jackson na Filadélfia. (Fiorino, A. Evolución histórica de la broncoscopia. Rev Arg de tuberculosis, enfermedades pulmonares y salud pública. 1987; 3:48)
#114Vista da traqueia com redução da luz por compressão lateral esquerda de sua parede, que contém uma lesão “intramural, endoluminal e infiltrante”.
Vista da traqueia com redução da luz por compressão lateral esquerda de sua parede, que contém uma lesão “intramural, endoluminal e infiltrante”.
#113Sinais “diretos e indiretos” de severo processo neoplásico que protrui em direção à luz traqueal desde sua parede posterior, na proximidade da bifurcação. Espessamento irregular e mamelonado de toda a mucosa que circunda uma luz traqueal assimétrica, cuja deformação aumenta ao ingressar nos brônquios principais. O fio carinal perdeu-se e seu alargamento é completo.
Sinais “diretos e indiretos” de severo processo neoplásico que protrui em direção à luz traqueal desde sua parede posterior, na proximidade da bifurcação. Espessamento irregular e mamelonado de toda a mucosa que circunda uma luz traqueal assimétrica, cuja deformação aumenta ao ingressar nos brônquios principais. O fio carinal perdeu-se e seu alargamento é completo.
#112Secreções mucopurulentas. Em pacientes acamados ou com imobilidade brônquica pela atelectasia passiva que acompanha os derrames, as secreções podem encher os brônquios mais baixos, inundando-os. Podem ver-se as secreções “detidas” dentro de brônquios adinâmicos que, por declive, ali se acumulam.
Secreções mucopurulentas. Em pacientes acamados ou com imobilidade brônquica pela atelectasia passiva que acompanha os derrames, as secreções podem encher os brônquios mais baixos, inundando-os. Podem ver-se as secreções “detidas” dentro de brônquios adinâmicos que, por declive, ali se acumulam.
#111Suave sobrelevação muito circunscrita na mucosa do brônquio intermédio, que não passa despercebida ao exame por sua notória mudança de coloração que contrasta com os vasos superficiais.
Suave sobrelevação muito circunscrita na mucosa do brônquio intermédio, que não passa despercebida ao exame por sua notória mudança de coloração que contrasta com os vasos superficiais.
#110Lesão intramural que, em seu crescimento, avança em direção ao interior de uma traqueia com zonas de “luz triangular”, como costuma ocorrer em alguns casos de tosse crônica.
Lesão intramural que, em seu crescimento, avança em direção ao interior de uma traqueia com zonas de “luz triangular”, como costuma ocorrer em alguns casos de tosse crônica.
#109Outro caso de lesão intramural (na hora 10), próxima a um esporão de divisão anormalmente alargado.
Outro caso de lesão intramural (na hora 10), próxima a um esporão de divisão anormalmente alargado.
#108Exemplo de lesão “intramural”. O tumor deforma a luz por ocupar a parede sem ainda destruir a mucosa. Biópsia positiva. Carcinoma indiferenciado.
Exemplo de lesão “intramural”. O tumor deforma a luz por ocupar a parede sem ainda destruir a mucosa. Biópsia positiva. Carcinoma indiferenciado.
#107Este carcinoma apresenta-se na traqueia com uma superfície muito lisa que fará suspeitar de um tumor carcinoide. Note-se a intensa vascularização da mucosa que, com uma disposição mais ou menos paralela, dirige-se ao tumor.
Este carcinoma apresenta-se na traqueia com uma superfície muito lisa que fará suspeitar de um tumor carcinoide. Note-se a intensa vascularização da mucosa que, com uma disposição mais ou menos paralela, dirige-se ao tumor.
#106Vista parcial do lobar inferior direito, com os segmentares basais alinhados. Na hora 11 e ao longe observa-se o paracardíaco (RB7), ocluído por uma formação lisa e vascularizada.
Vista parcial do lobar inferior direito, com os segmentares basais alinhados. Na hora 11 e ao longe observa-se o paracardíaco (RB7), ocluído por uma formação lisa e vascularizada.
#105Notável palidez desta parede brônquica que contrasta com os vasos superficiais que formam pequenas ilhas. Espessamento e rigidez conferidos por um adenocarcinoma que invadiu o mediastino.
Notável palidez desta parede brônquica que contrasta com os vasos superficiais que formam pequenas ilhas. Espessamento e rigidez conferidos por um adenocarcinoma que invadiu o mediastino.
#104Outra forma de apresentação do tumor endobrônquico que se repete: única formação esbranquiçada. Não é mais que tecido necrótico em superfície, pois resulta o ponto mais afastado de sua base de implantação vascularizada. As secreções o cobrem e podem dessecar-se devido ao transtorno no fluxo aéreo produzido pelo tumor.
Outra forma de apresentação do tumor endobrônquico que se repete: única formação esbranquiçada. Não é mais que tecido necrótico em superfície, pois resulta o ponto mais afastado de sua base de implantação vascularizada. As secreções o cobrem e podem dessecar-se devido ao transtorno no fluxo aéreo produzido pelo tumor.
#103Formação tumoral vegetante que oclui o lobar superior direito, que também mostra notório alargamento de seu esporão. A lesão aparece com sangue recém-emitido devido unicamente à tosse ocorrida durante a exploração endoscópica. Uma anestesia local insuficiente desencadeará tosse durante o exame, e o sangramento espontâneo dificultará a visão e a precisão durante a biópsia.
Formação tumoral vegetante que oclui o lobar superior direito, que também mostra notório alargamento de seu esporão. A lesão aparece com sangue recém-emitido devido unicamente à tosse ocorrida durante a exploração endoscópica. Uma anestesia local insuficiente desencadeará tosse durante o exame, e o sangramento espontâneo dificultará a visão e a precisão durante a biópsia.
#102Imagem em primeiro plano de um volumoso tumor que obstrui totalmente a luz brônquica. Observe-se a disposição particular da vasculatura na superfície. Alguns vasos interrompem seu trajeto intermitentemente. É outra expressão dos “stops vasculares” devido à infiltração tumoral de sua parede.
Imagem em primeiro plano de um volumoso tumor que obstrui totalmente a luz brônquica. Observe-se a disposição particular da vasculatura na superfície. Alguns vasos interrompem seu trajeto intermitentemente. É outra expressão dos “stops vasculares” devido à infiltração tumoral de sua parede.
#101Aspecto macroscópico muito comum nos processos neoplásicos. A suboclusão do brônquio é constituída por tecido que se desenvolve na luz (centro da imagem) e, em sua parte superior, a proliferação ainda respeita a mucosa, ao menos em sua superfície. Os vasos encontram-se ingurgitados, com as típicas alterações de sua coloração.
Aspecto macroscópico muito comum nos processos neoplásicos. A suboclusão do brônquio é constituída por tecido que se desenvolve na luz (centro da imagem) e, em sua parte superior, a proliferação ainda respeita a mucosa, ao menos em sua superfície. Os vasos encontram-se ingurgitados, com as típicas alterações de sua coloração.
#100Sobre este esporão brônquico alargado, observam-se os vasos ingurgitados que formam “ilhas” em seu tortuoso trajeto. Biópsia: adenocarcinoma. Hospital Alejandro Posadas.
Sobre este esporão brônquico alargado, observam-se os vasos ingurgitados que formam “ilhas” em seu tortuoso trajeto. Biópsia: adenocarcinoma. Hospital Alejandro Posadas.
#099Todos os sinais presentes: tecido vegetante, com áreas esbranquiçadas necróticas, mamelões, edema, alterações da vascularização e da coloração com zonas mais ou menos congestivas, neste carcinoma que oclui o brônquio intermédio.
Todos os sinais presentes: tecido vegetante, com áreas esbranquiçadas necróticas, mamelões, edema, alterações da vascularização e da coloração com zonas mais ou menos congestivas, neste carcinoma que oclui o brônquio intermédio.
#098Nesta compressão traqueal, a magnitude é tal que não resta luz no brônquio fonte direito e há uma grande redução em meia-lua no esquerdo. O stent em “Y” tem indicação para recuperar a luz e a ventilação ameaçada.
Nesta compressão traqueal, a magnitude é tal que não resta luz no brônquio fonte direito e há uma grande redução em meia-lua no esquerdo. O stent em “Y” tem indicação para recuperar a luz e a ventilação ameaçada.
#097Severa compressão lateral esquerda que confere curvatura à traqueia, além da redução do diâmetro transverso.
Severa compressão lateral esquerda que confere curvatura à traqueia, além da redução do diâmetro transverso.
#096“Estenose infundibuliforme”. Todos os planos das paredes brônquicas reúnem-se em um ponto no qual a luz brônquica já não existe.
“Estenose infundibuliforme”. Todos os planos das paredes brônquicas reúnem-se em um ponto no qual a luz brônquica já não existe.
#095“Luz em fenda”. Neste caso a compressão bilateral é bastante simétrica e produz um estreitamento linear da luz do brônquio. Na imagem, o segmento afetado é o superior da língula (LB4).
“Luz em fenda”. Neste caso a compressão bilateral é bastante simétrica e produz um estreitamento linear da luz do brônquio. Na imagem, o segmento afetado é o superior da língula (LB4).
#094“Luz em meia-lua”. Aspecto que adota a luz brônquica devido a compressão extrínseca desigual.
“Luz em meia-lua”. Aspecto que adota a luz brônquica devido a compressão extrínseca desigual.
#093Rugosidade irregular nas paredes da traqueia, dominada pelo edema mamelonado, que falta na membrana mucosa que forma a parede posterior, com suas pregas profundas e perda de seu paralelismo habitual.
Rugosidade irregular nas paredes da traqueia, dominada pelo edema mamelonado, que falta na membrana mucosa que forma a parede posterior, com suas pregas profundas e perda de seu paralelismo habitual.
#092Carina notoriamente patológica. Muito alargada e seguramente “fixa”. Distorção das pregas, que se veem exageradamente marcadas. À esquerda, uma pequena protrusão submucosa assoma à entrada do brônquio fonte.
Carina notoriamente patológica. Muito alargada e seguramente “fixa”. Distorção das pregas, que se veem exageradamente marcadas. À esquerda, uma pequena protrusão submucosa assoma à entrada do brônquio fonte.
#091Doença neoplásica locorregional. Embora não haja lesão de crescimento endoluminal, a mucosa brônquica está decididamente afetada por edema irregular e visível espessamento. A rigidez e a diminuição da mobilidade são outros sinais que podem ser notados durante a endoscopia quando o brônquio se encontra “fixo” ao tumor que o rodeia.
Doença neoplásica locorregional. Embora não haja lesão de crescimento endoluminal, a mucosa brônquica está decididamente afetada por edema irregular e visível espessamento. A rigidez e a diminuição da mobilidade são outros sinais que podem ser notados durante a endoscopia quando o brônquio se encontra “fixo” ao tumor que o rodeia.
#090À maneira de um rochedo solitário, este carcinoma assenta-se no centro do brônquio fonte direito, interrompendo o curso normal das pregas longitudinais.
À maneira de um rochedo solitário, este carcinoma assenta-se no centro do brônquio fonte direito, interrompendo o curso normal das pregas longitudinais.
#089Plena de semiologia, a repercussão neoplásica no interior da traqueia mostra deformação da luz na entrada dos brônquios principais, muito marcada no esquerdo. A carina está alargada, com uma protrusão submucosa. As pregas desviaram-se e a coloração superficial combina áreas pálidas com outras congestivas, nas quais os vasos repletos e tortuosos denunciam a dificuldade circulatória local.
Plena de semiologia, a repercussão neoplásica no interior da traqueia mostra deformação da luz na entrada dos brônquios principais, muito marcada no esquerdo. A carina está alargada, com uma protrusão submucosa. As pregas desviaram-se e a coloração superficial combina áreas pálidas com outras congestivas, nas quais os vasos repletos e tortuosos denunciam a dificuldade circulatória local.
#088Vista da entrada do brônquio fonte esquerdo. Além da pequena protrusão em sua parede lateral direita, um fino pontilhado de tamanho submiliar observa-se na mucosa da vertente carinal.
Vista da entrada do brônquio fonte esquerdo. Além da pequena protrusão em sua parede lateral direita, um fino pontilhado de tamanho submiliar observa-se na mucosa da vertente carinal.
#087A luz brônquica está muito reduzida e deformada por edema irregular da mucosa, na qual aparecem vários mamelões em sua superfície.
A luz brônquica está muito reduzida e deformada por edema irregular da mucosa, na qual aparecem vários mamelões em sua superfície.
#086Carina traqueal alargada às custas de ambas as vertentes. A biópsia pode revelar embolias neoplásicas dos linfáticos submucosos em 11% dos casos.
Carina traqueal alargada às custas de ambas as vertentes. A biópsia pode revelar embolias neoplásicas dos linfáticos submucosos em 11% dos casos.
#085As pregas longitudinais conservam-se paralelas, mas muito acentuadas e algo “separadas” nesta atelectasia pulmonar por compressão extrínseca. Lembre-se de que, na traqueia, apenas as afecções malignas contíguas à sua parede posterior “acentuam e separam” suas pregas, ao passo que as compressões de causas não malignas produzem o abaulamento da parede e as pregas podem separar-se, mas não se acentuam nem “afundam” na mucosa, pois esta não se encontra infiltrada, e sim apenas empurrada em direção à luz traqueal.
As pregas longitudinais conservam-se paralelas, mas muito acentuadas e algo “separadas” nesta atelectasia pulmonar por compressão extrínseca. Lembre-se de que, na traqueia, apenas as afecções malignas contíguas à sua parede posterior “acentuam e separam” suas pregas, ao passo que as compressões de causas não malignas produzem o abaulamento da parede e as pregas podem separar-se, mas não se acentuam nem “afundam” na mucosa, pois esta não se encontra infiltrada, e sim apenas empurrada em direção à luz traqueal.
#084Assimetria, estenose e desvio das pregas, que se encontram muito marcadas, são os achados nesta obstrução do fonte direito por uma afecção extrínseca contígua.
Assimetria, estenose e desvio das pregas, que se encontram muito marcadas, são os achados nesta obstrução do fonte direito por uma afecção extrínseca contígua.
#083A irregularidade da mucosa, de superfície granular, caracteriza este desenvolvimento neoplásico na parede, quase no centro da imagem e próximo à entrada dos segmentares basais.
A irregularidade da mucosa, de superfície granular, caracteriza este desenvolvimento neoplásico na parede, quase no centro da imagem e próximo à entrada dos segmentares basais.
#082Secreção filiforme que cruza a luz brônquica como se assinalasse a área de edema irregular e mamelonado da mucosa na hora 7: carcinoma infiltrante da parede brônquica.
Secreção filiforme que cruza a luz brônquica como se assinalasse a área de edema irregular e mamelonado da mucosa na hora 7: carcinoma infiltrante da parede brônquica.
#081Carina com borda arredondada e vertentes alargadas que lhe conferem aspecto em “sela de montar”. A deformação produz-se após o aumento ganglionar regional de diferentes etiologias.
Carina com borda arredondada e vertentes alargadas que lhe conferem aspecto em “sela de montar”. A deformação produz-se após o aumento ganglionar regional de diferentes etiologias.
#080“Carina perdida”. Extensa compressão sobre o trajeto traqueal que produz o prolapso da parede posterior. Em direção à bifurcação, deforma a luz dos brônquios fonte, perdendo-se o direito. A carina fica escondida pela compressão.
“Carina perdida”. Extensa compressão sobre o trajeto traqueal que produz o prolapso da parede posterior. Em direção à bifurcação, deforma a luz dos brônquios fonte, perdendo-se o direito. A carina fica escondida pela compressão.
#079“Edema em paralelepípedo”. Aspecto típico na zona esquerda da imagem, onde a mucosa, ainda que conserve sua coloração homogênea, apresenta-se como uma via irregular em sua superfície e lembra o calçamento de paralelepípedos. Conduz aqui para o segmentar anterior do lobar superior direito (RB3) e deve diferenciar-se do edema “regular”, que é liso e cuja biópsia não costuma esclarecer a origem. É comum encontrar células neoplásicas nas amostras de edema em paralelepípedo, pois sua etiologia, via de regra, é a infiltração da mucosa pelo carcinoma broncogênico.
“Edema em paralelepípedo”. Aspecto típico na zona esquerda da imagem, onde a mucosa, ainda que conserve sua coloração homogênea, apresenta-se como uma via irregular em sua superfície e lembra o calçamento de paralelepípedos. Conduz aqui para o segmentar anterior do lobar superior direito (RB3) e deve diferenciar-se do edema “regular”, que é liso e cuja biópsia não costuma esclarecer a origem. É comum encontrar células neoplásicas nas amostras de edema em paralelepípedo, pois sua etiologia, via de regra, é a infiltração da mucosa pelo carcinoma broncogênico.
#078Vista desde o brônquio intermédio. Distorção das pregas na entrada do lobar inferior, que se aprecia na hora 6 da imagem. Infiltração miliar submucosa, próximo ao segmentar paracardíaco. Habitual aspecto em “fenda” de seu orifício de entrada.
Vista desde o brônquio intermédio. Distorção das pregas na entrada do lobar inferior, que se aprecia na hora 6 da imagem. Infiltração miliar submucosa, próximo ao segmentar paracardíaco. Habitual aspecto em “fenda” de seu orifício de entrada.
#077Alargamento da carina secundária esquerda: esporão de divisão alargado e rígido. Congestão local com um vaso sinuoso e ingurgitado na parte superior da imagem. Distorção das pregas que chegam ao lobar inferior e deformação de sua entrada. À esquerda, aprecia-se o orifício do brônquio lingular e, mais longe, o culminar.
Alargamento da carina secundária esquerda: esporão de divisão alargado e rígido. Congestão local com um vaso sinuoso e ingurgitado na parte superior da imagem. Distorção das pregas que chegam ao lobar inferior e deformação de sua entrada. À esquerda, aprecia-se o orifício do brônquio lingular e, mais longe, o culminar.
#076Intenso edema congestivo da mucosa que alarga os esporões de divisão e reduz a luz dos segmentares. Da mesma forma, as pregas longitudinais aprofundaram-se. Embora não exclusivo, o achado é comum nas afecções inflamatórias brônquicas agudas e subagudas e do parênquima pulmonar contíguo.
Intenso edema congestivo da mucosa que alarga os esporões de divisão e reduz a luz dos segmentares. Da mesma forma, as pregas longitudinais aprofundaram-se. Embora não exclusivo, o achado é comum nas afecções inflamatórias brônquicas agudas e subagudas e do parênquima pulmonar contíguo.
#075“Paralelismo brônquico”. Mais comum em idosos longilíneos do que no resto da população, no paralelismo os brônquios fonte “olham de frente” para o broncoscopista.
“Paralelismo brônquico”. Mais comum em idosos longilíneos do que no resto da população, no paralelismo os brônquios fonte “olham de frente” para o broncoscopista.
#074“Broncoscopia das alterações mínimas”: no centro da imagem, observam-se os vasos submucosos anormalmente ingurgitados. Podem apreciar-se alguns “stops” vasculares, usualmente presentes na infiltração precoce da parede brônquica.
“Broncoscopia das alterações mínimas”: no centro da imagem, observam-se os vasos submucosos anormalmente ingurgitados. Podem apreciar-se alguns “stops” vasculares, usualmente presentes na infiltração precoce da parede brônquica.
#073“Broncoscopia das alterações mínimas”: ao longe, na parede posterior, uma pequena protrusão submucosa domina entre outras que se assomam à luz traqueal.
“Broncoscopia das alterações mínimas”: ao longe, na parede posterior, uma pequena protrusão submucosa domina entre outras que se assomam à luz traqueal.
#072“Broncoscopia das alterações mínimas”: protrusões “submiliares” com pregas acentuadas da mucosa e esporão de divisão alargado na entrada dos segmentares basais.
“Broncoscopia das alterações mínimas”: protrusões “submiliares” com pregas acentuadas da mucosa e esporão de divisão alargado na entrada dos segmentares basais.
#071“Broncoscopia das alterações mínimas”: rugosidade da mucosa com vasos túrgidos na proximidade de um esporão dos segmentares basais.
“Broncoscopia das alterações mínimas”: rugosidade da mucosa com vasos túrgidos na proximidade de um esporão dos segmentares basais.
#070“Broncoscopia das alterações mínimas”: entrada do lobar inferior direito. Uma área circular de mucosa pálida observa-se abaixo do esporão do lobar médio, na hora 11. Uma biópsia será necessária para investigar carcinoma in situ.
“Broncoscopia das alterações mínimas”: entrada do lobar inferior direito. Uma área circular de mucosa pálida observa-se abaixo do esporão do lobar médio, na hora 11. Uma biópsia será necessária para investigar carcinoma in situ.
#069Na hora 11, apenas um leve abaulamento da parede do segmentar apical do lobo superior (RB1) é a única manifestação endoluminal de um nódulo pulmonar contíguo.
Na hora 11, apenas um leve abaulamento da parede do segmentar apical do lobo superior (RB1) é a única manifestação endoluminal de um nódulo pulmonar contíguo.
#068Invaginação da mucosa entre o nascimento de dois brônquios.
Invaginação da mucosa entre o nascimento de dois brônquios.
#067Anomalia de distribuição: na hora 3 aparecem dois brônquios segmentares. O mais externo da imagem é o apical do lobo inferior direito (RB6) e abaixo dele existe um acessório subapical.
Anomalia de distribuição: na hora 3 aparecem dois brônquios segmentares. O mais externo da imagem é o apical do lobo inferior direito (RB6) e abaixo dele existe um acessório subapical.
#066Distribuição em “estrela” para os segmentos do lobo superior direito, que se apresentam como cinco brônquios.
Distribuição em “estrela” para os segmentos do lobo superior direito, que se apresentam como cinco brônquios.
#065Brônquio traqueal esquerdo: variante muito infrequente de ventilação do segmento apicoposterior (LB1+2) do lobo superior esquerdo, que agora o faz diretamente desde a traqueia.
Brônquio traqueal esquerdo: variante muito infrequente de ventilação do segmento apicoposterior (LB1+2) do lobo superior esquerdo, que agora o faz diretamente desde a traqueia.
#064Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. É a anomalia congênita mais comum da árvore traqueobrônquica. Neste caso falta o lobar superior direito como ramo do brônquio fonte, e também é denominado brônquio suíno, por ser esta a distribuição normal no porco.
Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. É a anomalia congênita mais comum da árvore traqueobrônquica. Neste caso falta o lobar superior direito como ramo do brônquio fonte, e também é denominado brônquio suíno, por ser esta a distribuição normal no porco.
#063Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. Um brônquio adicional nasce na parede lateral direita e dirige-se ao lobo superior homolateral. Dependendo de sua localização, o brônquio traqueal pode causar atelectasia exclusiva do lobo superior durante a intubação anestésica.
Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. Um brônquio adicional nasce na parede lateral direita e dirige-se ao lobo superior homolateral. Dependendo de sua localização, o brônquio traqueal pode causar atelectasia exclusiva do lobo superior durante a intubação anestésica.
#062Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. Parte do lobo superior direito é ventilada graças a um brônquio que se deslocou durante a fase embrionária do desenvolvimento pulmonar, de modo que nasce diretamente da traqueia. Em ocasiões, este brônquio conduz apenas ao segmento apical do lobo superior direito e é, nesses casos, um brônquio “supranumerário”. Pode estar associado à fusão de vértebras cervicais (síndrome de Klippel-Feil).
Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. Parte do lobo superior direito é ventilada graças a um brônquio que se deslocou durante a fase embrionária do desenvolvimento pulmonar, de modo que nasce diretamente da traqueia. Em ocasiões, este brônquio conduz apenas ao segmento apical do lobo superior direito e é, nesses casos, um brônquio “supranumerário”. Pode estar associado à fusão de vértebras cervicais (síndrome de Klippel-Feil).
#061Em ocasiões, a atrofia da mucosa é tão acentuada que permite explorar brônquios de 4ª e 5ª ordem.
Em ocasiões, a atrofia da mucosa é tão acentuada que permite explorar brônquios de 4ª e 5ª ordem.
#060Outra variante muito comum no lobar inferior esquerdo: sua divisão em dois pequenos troncos que contêm os três basais.
Outra variante muito comum no lobar inferior esquerdo: sua divisão em dois pequenos troncos que contêm os três basais.
#059Habitual distribuição “em linha” dos três basais esquerdos: anterior (LB8) aqui na hora 12 e parcialmente oculto pela parede brônquica, medial (LB9) no centro e o segmentar posterior (LB10) abaixo.
Habitual distribuição “em linha” dos três basais esquerdos: anterior (LB8) aqui na hora 12 e parcialmente oculto pela parede brônquica, medial (LB9) no centro e o segmentar posterior (LB10) abaixo.
#058Vista próxima na hora 3 da entrada do segmento apical do lobo superior esquerdo (LB6). Em sua posição natural, é o primeiro que aparece ao deixar para trás o brônquio lobar superior esquerdo.
Vista próxima na hora 3 da entrada do segmento apical do lobo superior esquerdo (LB6). Em sua posição natural, é o primeiro que aparece ao deixar para trás o brônquio lobar superior esquerdo.
#057Uma vista do brônquio lingular e suas divisões em superior (LB4) na hora 11 e, à sua direita, o inferior (LB5).
Uma vista do brônquio lingular e suas divisões em superior (LB4) na hora 11 e, à sua direita, o inferior (LB5).
#056Da esquerda para a direita: segmentares medial (RB5) e lateral (RB4) do brônquio lobar médio. Divisão entre o segmentar anterior (LB3) na hora 3 e o apicoposterior (LB1+2) nas horas 8 e 10) do lobo superior esquerdo.
Da esquerda para a direita: segmentares medial (RB5) e lateral (RB4) do brônquio lobar médio. Divisão entre o segmentar anterior (LB3) na hora 3 e o apicoposterior (LB1+2) nas horas 8 e 10) do lobo superior esquerdo.
#055Entrada do lobo superior esquerdo. Ao fundo, à direita, o brônquio da língula e, à sua esquerda, na hora 10, o pequeno trajeto do brônquio culminar, até sua divisão — que aqui não se observa — em segmentar anterior (LB3) e apicoposterior (LB1+2).
Entrada do lobo superior esquerdo. Ao fundo, à direita, o brônquio da língula e, à sua esquerda, na hora 10, o pequeno trajeto do brônquio culminar, até sua divisão — que aqui não se observa — em segmentar anterior (LB3) e apicoposterior (LB1+2).
#054Imagem da carina secundária que separa os lobares superior e inferior esquerdo. A zona também é denominada encruzilhada ou “carrefour”.
Imagem da carina secundária que separa os lobares superior e inferior esquerdo. A zona também é denominada encruzilhada ou “carrefour”.
#053Vista do brônquio principal esquerdo, com seu ângulo de separação da linha média de cerca de 70° e seu comprimento normal de 20 a 55 milímetros.
Vista do brônquio principal esquerdo, com seu ângulo de separação da linha média de cerca de 70° e seu comprimento normal de 20 a 55 milímetros.
#052Escova citológica prestes a ingressar em um brônquio segmentar para obter uma amostra celular por abrasão, para seu estudo.
Escova citológica prestes a ingressar em um brônquio segmentar para obter uma amostra celular por abrasão, para seu estudo.
#051Segmentares basais direitos: anterior (RB8) na hora 12, medial (RB9) no centro e o posterior (RB10) na hora 5.
Segmentares basais direitos: anterior (RB8) na hora 12, medial (RB9) no centro e o posterior (RB10) na hora 5.
#050Vista do lobar inferior direito. Em ordem de aparição: apical do inferior (RB6) na hora 3, paracardíaco (RB7) na hora 8 e no centro o tronco que se dirige aos três basais, anterior (RB8), médio (RB9) e posterior (RB10).
Vista do lobar inferior direito. Em ordem de aparição: apical do inferior (RB6) na hora 3, paracardíaco (RB7) na hora 8 e no centro o tronco que se dirige aos três basais, anterior (RB8), médio (RB9) e posterior (RB10).
#049Entrada do lobo superior direito e seus três segmentares: anterior (RB3), apical (RB1) e posterior (RB2), nas horas 9-12 e 3 respectivamente.
Entrada do lobo superior direito e seus três segmentares: anterior (RB3), apical (RB1) e posterior (RB2), nas horas 9-12 e 3 respectivamente.
#048Da esquerda para a direita: segmentares medial (RB5) e lateral (RB4) do brônquio lobar médio.
Da esquerda para a direita: segmentares medial (RB5) e lateral (RB4) do brônquio lobar médio.
#047Entrada do lobar médio na hora 11. O tronco dos basais no centro com seu segmento RB6 ou apical na hora 4.
Entrada do lobar médio na hora 11. O tronco dos basais no centro com seu segmento RB6 ou apical na hora 4.
#046Brônquio intermédio. Existe unicamente no pulmão direito, com um diâmetro de 12 mm e comprimento de 20, conduz até o lobo médio, que se encontra na hora 9 desta imagem, e ao lobar inferior, mais ao fundo.
Brônquio intermédio. Existe unicamente no pulmão direito, com um diâmetro de 12 mm e comprimento de 20, conduz até o lobo médio, que se encontra na hora 9 desta imagem, e ao lobar inferior, mais ao fundo.
#045Aspecto fluido e translúcido que adquirem as secreções brônquicas durante o exame endoscópico ao diluir-se nas soluções instiladas durante o procedimento.
Aspecto fluido e translúcido que adquirem as secreções brônquicas durante o exame endoscópico ao diluir-se nas soluções instiladas durante o procedimento.
#044Vista desde o brônquio fonte direito: insinua-se na hora 4 a entrada do lobar superior e, ao fundo, o brônquio intermédio.
Vista desde o brônquio fonte direito: insinua-se na hora 4 a entrada do lobar superior e, ao fundo, o brônquio intermédio.
#0422A) A e B diferentes aspectos de carina normal; B) …nas quais seu fio e ângulo podem variar discretamente.
A) A e B diferentes aspectos de carina normal; B) …nas quais seu fio e ângulo podem variar discretamente.
#041Traqueia normal e sua bifurcação na altura da 4ª ou 5ª vértebra dorsal.
Traqueia normal e sua bifurcação na altura da 4ª ou 5ª vértebra dorsal.
#040Carina afiada com vertentes tão agudas que mal podem ser apreciadas ao nível da bifurcação traqueal. Veem-se claramente as bordas das cartilagens brônquicas devido a certa atrofia senil. Na parede posterior, as fibras elásticas formam as pregas longitudinais que, como trilhos que se bifurcam, conduzem aos brônquios fonte na primeira grande divisão da via aérea.
Carina afiada com vertentes tão agudas que mal podem ser apreciadas ao nível da bifurcação traqueal. Veem-se claramente as bordas das cartilagens brônquicas devido a certa atrofia senil. Na parede posterior, as fibras elásticas formam as pregas longitudinais que, como trilhos que se bifurcam, conduzem aos brônquios fonte na primeira grande divisão da via aérea.
#039A traqueia estende-se à frente do esôfago desde a 6ª vértebra cervical até a 4ª ou 5ª dorsal, mede cerca de 12 cm de comprimento e possui entre 16 e 20 cartilagens.
A traqueia estende-se à frente do esôfago desde a 6ª vértebra cervical até a 4ª ou 5ª dorsal, mede cerca de 12 cm de comprimento e possui entre 16 e 20 cartilagens.
#038Broncoscópio que ingressa na traqueia. Esplêndido órgão rígido e elástico ao mesmo tempo. Aprecia-se a fina rede vascular da mucosa e o relevo dos anéis entre os sulcos intercartilaginosos. Apenas se insinuam as pregas longitudinais da membrana mucosa posterior.
Broncoscópio que ingressa na traqueia. Esplêndido órgão rígido e elástico ao mesmo tempo. Aprecia-se a fina rede vascular da mucosa e o relevo dos anéis entre os sulcos intercartilaginosos. Apenas se insinuam as pregas longitudinais da membrana mucosa posterior.
#037Imagens de traqueia normal. Pode-se notar, ao seguir o trajeto dos anéis, que alguns perdem o relevo como se se interrompessem. Sem valor patológico.
Imagens de traqueia normal. Pode-se notar, ao seguir o trajeto dos anéis, que alguns perdem o relevo como se se interrompessem. Sem valor patológico.
#036Disposição granular difusa em toda a mucosa na coroa laríngea: a moniliase é mais frequente nos pacientes que fazem uso incorreto de esteroides inalados.
Disposição granular difusa em toda a mucosa na coroa laríngea: a moniliase é mais frequente nos pacientes que fazem uso incorreto de esteroides inalados.
#035Carcinoma in situ no terço posterior da corda vocal esquerda.
Carcinoma in situ no terço posterior da corda vocal esquerda.
#034Aspecto irregular e sem brilho da superfície cordal com depressão no terço anterior da corda vocal direita, compatível com surcus vocalis.
Aspecto irregular e sem brilho da superfície cordal com depressão no terço anterior da corda vocal direita, compatível com surcus vocalis.
#033Sinéquia médio-anterior que une as cordas e as fixa na linha média com perda da luz glótica.
Sinéquia médio-anterior que une as cordas e as fixa na linha média com perda da luz glótica.
#032Carcinoma verrucoso da corda vocal direita.
Carcinoma verrucoso da corda vocal direita.
#031Carcinoma que se assenta na corda vocal direita e afeta a comissura anterior, mas a mobilidade é normal. (T1a). (Montevidéu, Uruguai).
Carcinoma que se assenta na corda vocal direita e afeta a comissura anterior, mas a mobilidade é normal. (T1a). (Montevidéu, Uruguai).
#030Granuloma de contato.
Granuloma de contato.
#029Papiloma cordal bilateral.
Papiloma cordal bilateral.
#028Paquidermia de contato.
Paquidermia de contato.
#027Pequeno granuloma no terço posterior da corda vocal esquerda como resultado do contato prolongado com uma sonda endotraqueal de ventilação.
Pequeno granuloma no terço posterior da corda vocal esquerda como resultado do contato prolongado com uma sonda endotraqueal de ventilação.
#026Cisto da banda ventricular, prolapsado para fora do ventrículo.
Cisto da banda ventricular, prolapsado para fora do ventrículo.
#025A mucosa continua e avança sobre a superfície deste cisto na corda direita. Os cistos devem-se a retenção e produzem-se por oclusão da desembocadura das glândulas.
A mucosa continua e avança sobre a superfície deste cisto na corda direita. Os cistos devem-se a retenção e produzem-se por oclusão da desembocadura das glândulas.
#024Pequeno nódulo na união do terço anterior e o médio da corda vocal esquerda e seu oponente.
Pequeno nódulo na união do terço anterior e o médio da corda vocal esquerda e seu oponente.
#023Câncer papilar verrucoso da epiglote.
Câncer papilar verrucoso da epiglote.
#022Papiloma sobre a epiglote.
Papiloma sobre a epiglote.
#021Epiglotite. Note-se o intenso edema que arredonda a epiglote e forma um ângulo agudo em sua face faríngea, que lembra a epiglote em “ômega”.
Epiglotite. Note-se o intenso edema que arredonda a epiglote e forma um ângulo agudo em sua face faríngea, que lembra a epiglote em “ômega”.
#020Volumoso hematoma cordal que oculta a comissura anterior e contrasta com a palidez geral da mucosa laríngea. O hematoma cordal costuma apresentar-se com disfonia súbita nos profissionais do canto.
Volumoso hematoma cordal que oculta a comissura anterior e contrasta com a palidez geral da mucosa laríngea. O hematoma cordal costuma apresentar-se com disfonia súbita nos profissionais do canto.
#019Embora a disposição mais habitual dos papilomas seja em “cacho”, neste caso apresenta-se com uma superfície mais ou menos lisa e ocupa o terço anterior da corda vocal esquerda.
Embora a disposição mais habitual dos papilomas seja em “cacho”, neste caso apresenta-se com uma superfície mais ou menos lisa e ocupa o terço anterior da corda vocal esquerda.
#018Volumoso cisto laríngeo na prega ariepiglótica. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).
Volumoso cisto laríngeo na prega ariepiglótica. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).
#017Pseudopólipo que se assenta na comissura e terço anterior da corda vocal direita.
Pseudopólipo que se assenta na comissura e terço anterior da corda vocal direita.
#016Distonia laríngea inspiratória em adução: infiltração de toxina botulínica na corda vocal direita.
Distonia laríngea inspiratória em adução: infiltração de toxina botulínica na corda vocal direita.
#015Assimetria da luz glótica por paralisia cordal esquerda.
Assimetria da luz glótica por paralisia cordal esquerda.
#014Edema de Reinke, gelatinoso e bicordal.
Edema de Reinke, gelatinoso e bicordal.
#013Espessamento cordal gelatinoso e bilateral: edema de Reinke com seu aspecto característico.
Espessamento cordal gelatinoso e bilateral: edema de Reinke com seu aspecto característico.
#012Angioma laríngeo subglótico. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).
Angioma laríngeo subglótico. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).
#011Pólipo telangiectásico.
Pólipo telangiectásico.
#010Pólipo gelatinoso típico.
Pólipo gelatinoso típico.
#009Paralisia cordal bilateral em adução. É a paralisia congênita mais frequente e em 50% dos casos associa-se a outras alterações neurológicas. Os 50% restantes são idiopáticos e revertem no primeiro ano de vida. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).
Paralisia cordal bilateral em adução. É a paralisia congênita mais frequente e em 50% dos casos associa-se a outras alterações neurológicas. Os 50% restantes são idiopáticos e revertem no primeiro ano de vida. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).
#008Espessamento cordal bilateral que parece ocluir os ventrículos de Morgagni.
Espessamento cordal bilateral que parece ocluir os ventrículos de Morgagni.
#007Varizes nas cordas vocais.
Varizes nas cordas vocais.
#006Espessamento cordal e edema. Aspecto rugoso da comissura posterior. Achado comum em pacientes com refluxo ácido gastroesofágico.
Espessamento cordal e edema. Aspecto rugoso da comissura posterior. Achado comum em pacientes com refluxo ácido gastroesofágico.
#005Vista da laringe. O broncoscópio posicionou-se na linha média, elevando a borda livre da epiglote e mantém-se apoiado em sua face faríngea. As cordas vocais encontram-se em abdução. Através da fenda glótica visualiza-se o primeiro anel traqueal.
Vista da laringe. O broncoscópio posicionou-se na linha média, elevando a borda livre da epiglote e mantém-se apoiado em sua face faríngea. As cordas vocais encontram-se em abdução. Através da fenda glótica visualiza-se o primeiro anel traqueal.
#004Vista da coroa laríngea normal, com cordas em abdução.
Vista da coroa laríngea normal, com cordas em abdução.
#003Laringe: podem observar-se claramente as pregas ariepiglóticas e as cordas vocais em adução. A borda da corda esquerda é irregular em seu terço médio.
Laringe: podem observar-se claramente as pregas ariepiglóticas e as cordas vocais em adução. A borda da corda esquerda é irregular em seu terço médio.
#002O broncoscópio ultrapassou a epiglote e os aritenoides, defrontando-se agora com as cordas vocais, aqui em posição paramediana. Terceiro reparo anatômico para a intubação. É o momento de iniciar o giro de 90º do broncoscópio para separar as cordas vocais com o bisel e permitir o ingresso suave à traqueia.
O broncoscópio ultrapassou a epiglote e os aritenoides, defrontando-se agora com as cordas vocais, aqui em posição paramediana. Terceiro reparo anatômico para a intubação. É o momento de iniciar o giro de 90º do broncoscópio para separar as cordas vocais com o bisel e permitir o ingresso suave à traqueia.
#001Depois da úvula, a borda livre da epiglote é o segundo ponto de referência para um broncoscopista durante a intubação orotraqueal.
Depois da úvula, a borda livre da epiglote é o segundo ponto de referência para um broncoscopista durante a intubação orotraqueal.
Procedimentos endoscópicos, técnicas de implante e casos clínicos reais em vídeo. Clique em qualquer miniatura para reproduzi-lo.
Intubação do paciente para implante de stent traqueal. Principais reparos.
Instrumental de treinamento para implante de stents
agradecemos ao Dr. Rodrigo Pacheco
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Guia clínico dos stents de silicone biocompatível para a via aérea: indicações, modo de uso e cuidados de cada modelo. Escolha um modelo no menu lateral.
Os stents utilizados em broncologia incluem uma variedade de próteses para a via aérea destinadas a cobrir diferentes necessidades, incluindo situações especiais como as estenoses benignas e fenômenos compressivos ou oclusivos de diferente natureza.

O Stent Traqueobrônquico é o stent clássico reto para as afecções traqueais e/ou brônquicas.
Possui uma estrutura tubular com âncoras de fixação distribuídas em sua superfície externa.



O procedimento será realizado sob anestesia geral.
O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.
O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.
O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.
Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.
Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado.
Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar.
Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada.
Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.
O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final.
É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada. Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente. Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea.
Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.
Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso.
De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.
Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração.
Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.
Quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.
Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.
Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
Prótese flexível traqueo-carino-brônquica para o suporte da bifurcação traqueal e do ângulo carinal, capaz de manter a ventilação através dos brônquios principais em afecções obstrutivas muito avançadas.
Por seu comprimento e desenho, admite outros usos conforme o critério médico.
O Stent em "Y" foi utilizado com sucesso em pacientes traqueostomizados e em assistência respiratória mecânica, em combinação com uma cânula de traqueostomia, para permitir a ventilação de pacientes graves quando outros métodos não são possíveis.
O procedimento será realizado sob anestesia geral. O implante deste tipo de prótese deve ser efetuado por pessoal experiente. O stent pode ser montado sobre uma pinça especial para implante de próteses em "Y".
Lubrificar a extremidade da pinça com gel de lidocaína. Introduzir a pinça dentro do stent de modo que suas valvas penetrem no interior dos ramos brônquicos da prótese (fotografia na página oposta). Ventilar o paciente com oxigênio até alcançar a maior saturação possível. Procede-se então à sua extubação, retirando o traqueoscópio da via aérea. Imediatamente, e com a ajuda de um laringoscópio, guia-se a pinça que monta o stent em direção à traqueia. Ao fechar as valvas da pinça, os ramos brônquicos do stent se reúnem e, nessa posição, ele passa entre as cordas vocais em direção à traqueia. A manobra continua deslocando o conjunto pinça-stent dentro da traqueia até aproximar-se da carina. Quando a extremidade do conjunto pinça-stent estiver próxima da carina traqueal, devem-se abrir suavemente as valvas da pinça para poder perceber a chegada da prótese à bifurcação traqueal.
Nesse momento abrem-se completamente as valvas para que os ramos brônquicos do stent se introduzam dentro dos brônquios-fonte. Em seguida pressiona-se o botão da pinça para manter o stent contra o fio carinal ao mesmo tempo em que se retira a pinça, deixando o stent no interior da traqueia. A manobra completa deve ser rápida, já que se efetua com o paciente extubado e em apneia. Recomendamos utilizar a óptica de visão direta para assegurar que o stent transponha as cordas vocais e não seja acidentalmente conduzido ao esôfago. Para isso, a óptica deve acompanhar a pinça de forma paralela durante a manobra, permitindo ver e comprovar que o stent ingressa através da glote. Essa opção só é possível com a ajuda de um segundo operador que mantém em posição adequada o laringoscópio de intubação, enquanto o broncoscopista ocupa sua mão dominante com a pinça de inserção do stent e com a outra sustenta a óptica.
Outras técnicas de implante são possíveis, como a introdução da prótese dobrada dentro de um broncoscópio de calibre suficiente, para depois empurrá-la por seu interior com uma pinça jacaré ou um broncoscópio de menor diâmetro, no momento em que se encontre próxima da carina traqueal.
A manobra de implante pode ser completada acomodando a prótese com uma pinça.
Será feita a intubação com traqueoscópio.
A extração é mais simples. O stent deve ser segurado por sua borda proximal com uma pinça forte para retirá-lo suavemente tracionando-a e extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.
Apesar de seu grande tamanho, os stents em "Y" são bem tolerados.
No entanto, seu maior comprimento aumenta a dificuldade para eliminar secreções, sobretudo quando a tosse não é efetiva.
É aconselhável realizar nebulizações frequentes e contar com a assistência diária de um fisioterapeuta quando se notar um aumento da secreção brônquica.
O aparecimento de tosse excessiva pode sugerir um contato indesejado da extremidade de um ou ambos os ramos brônquicos do stent com a mucosa brônquica inflamada.
Se o sintoma persistir ou se tornar incoercível apesar do tratamento anti-inflamatório, pode ser necessário retirar o stent e encurtar o comprimento do ramo brônquico antes de reimplantá-lo.
Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.
Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
Prótese flexível traqueo-carino-brônquica para o suporte da bifurcação traqueal e do ângulo carinal, capaz de manter a ventilação através de um dos brônquios principais em afecções obstrutivas muito avançadas.
Possui um de seus ramos brônquicos completamente ocluído na proximidade de sua origem. Desse modo o stent cumpre uma função especial, permitindo a ventilação do pulmão sadio nos pacientes com fístula broncopleural pós-cirúrgica ou de outras etiologias e que requerem assistência respiratória mecânica.
Assim, o ramo ocluído do stent impede a perda do fluxo aéreo através da ampla comunicação com a cavidade pleural.
A seguir descrevem-se as manobras necessárias para o implante do Stent em "Y" padrão, embora não seja imprescindível o uso da pinça especial de introdução de stents em "Y", uma vez que este dispositivo possui apenas um ramo brônquico. O implante será realizado então introduzindo o stent no interior de um traqueoscópio, para depois intubar a via aérea com o conjunto. Ao carregar o stent dentro do endoscópio, deve-se orientar o ramo brônquico no sentido que lhe permita ocupar na via aérea o brônquio-fonte ou coto afetado.
Uma vez intubado o paciente, avançar dentro da traqueia até aproximar-se da carina. Em seguida, o stent será empurrado com uma pinça a fim de obrigá-lo a abandonar o traqueoscópio e ficar alojado na traqueia. Pode-se ajustar a posição final com a mesma pinça, de modo que o único ramo brônquico do stent fique alojado dentro do brônquio-fonte escolhido.
O procedimento será realizado sob anestesia geral. O implante deste tipo de prótese deve ser efetuado por pessoal experiente. O stent pode ser montado sobre uma pinça especial para implante de próteses em "Y".
Lubrificar a extremidade da pinça com gel de lidocaína. Introduzir a pinça dentro do stent de modo que suas valvas penetrem no interior dos ramos brônquicos da prótese (fotografia na página oposta). Ventilar o paciente com oxigênio até alcançar a maior saturação possível. Procede-se então à sua extubação, retirando o traqueoscópio da via aérea. Imediatamente, e com a ajuda de um laringoscópio, guia-se a pinça que monta o stent em direção à traqueia. Ao fechar as valvas da pinça, os ramos brônquicos do stent se reúnem e, nessa posição, ele passa entre as cordas vocais em direção à traqueia. A manobra continua deslocando o conjunto pinça-stent dentro da traqueia até aproximar-se da carina. Quando a extremidade do conjunto pinça-stent estiver próxima da carina traqueal, devem-se abrir suavemente as valvas da pinça para poder perceber a chegada da prótese à bifurcação traqueal.
Nesse momento abrem-se completamente as valvas para que os ramos brônquicos do stent se introduzam dentro dos brônquios-fonte. Em seguida pressiona-se o botão da pinça para manter o stent contra o fio carinal ao mesmo tempo em que se retira a pinça, deixando o stent no interior da traqueia. A manobra completa deve ser rápida, já que se efetua com o paciente extubado e em apneia. Recomendamos utilizar a óptica de visão direta para assegurar que o stent transponha as cordas vocais e não seja acidentalmente conduzido ao esôfago. Para isso, a óptica deve acompanhar a pinça de forma paralela durante a manobra, permitindo ver e comprovar que o stent ingressa através da glote. Essa opção só é possível com a ajuda de um segundo operador que mantém em posição adequada o laringoscópio de intubação, enquanto o broncoscopista ocupa sua mão dominante com a pinça de inserção do stent e com a outra sustenta a óptica.
Outras técnicas de implante são possíveis, como a introdução da prótese dobrada dentro de um broncoscópio de calibre suficiente, para depois empurrá-la por seu interior com uma pinça jacaré ou um broncoscópio de menor diâmetro, no momento em que se encontre próxima da carina traqueal.
A manobra de implante pode ser completada acomodando a prótese com uma pinça.
Será feita a intubação com traqueoscópio.
A extração é mais simples. O stent deve ser segurado por sua borda proximal com uma pinça forte para retirá-lo suavemente tracionando-a e extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.
A aplicação deste dispositivo pressupõe o estado crítico do paciente, geralmente em assistência respiratória em uma unidade de terapia intensiva, de modo que o cuidado do stent consiste em aspirações frequentes e fluxo aéreo umidificado, com o propósito de reduzir a produção e o acúmulo de secreções, um cuidado habitualmente proporcionado nessas unidades de internação.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
Stent traqueal de simples inserção e remoção. Especialmente destinado ao tratamento da estenose benigna.
Com um diâmetro de 14 mm, 15 mm ou 16 mm nas extremidades e 12 mm, 13 mm ou 14 mm respectivamente na porção central, constitui um perfil que torna mais difícil seu deslocamento espontâneo após ser implantado.
O procedimento será realizado sob anestesia geral.
O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.
O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.
O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.
Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.
Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado.
Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar.
Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada.
Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.
O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final.
É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada. Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente. Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea.
Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.
Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso.
De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.
Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração.
Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.
Quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.
Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.
Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
Consiste em um stent traqueal reto, com uma parede mais delgada. Essa docilidade do stent torna mais simples seu implante e remoção.
Tem especial utilidade após a ressecção de tecido neoplásico endotraqueal, quando a afecção careça de componente compressivo.
O procedimento será realizado sob anestesia geral.
O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.
O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.
O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.
Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.
Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado.
Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar.
Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada.
Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.
O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final. É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada. Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente.
Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea.
Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.
Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso. De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio. Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração. Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.
Quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.
Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.
Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
Com uma parede mais robusta, este modelo é muito resistente à compressão externa.
Ao submeter um Stent de Alta Pressão a uma força que o comprime com cargas que se intensificam progressivamente, ocorre uma deformação gradual do stent até que alcança o ponto de cedência, no qual a prótese sofre uma deformação maior, com redução notória de sua resistência radial ao esmagamento. Esse ponto de ruptura situa-se em torno de 900 g de carga por cm².
No Stent de Alta Pressão a tolerância à compressão se eleva, superando 2000 g por cm².
O aumento da espessura de sua parede acompanha-se de uma inevitável redução da área disponível para o fluxo aéreo.
O procedimento será realizado sob anestesia geral.
O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.
O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.
O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.
Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.
Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado. Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar.
Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada.
Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.
O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final.
É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada.
Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente.
Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea.
Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.
Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso.
De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.
Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração.
Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.
Deverão ser observadas as indicações especiais para o uso de um stent de alta pressão. Os fenômenos compressivos traqueais severos obedecem a diferentes etiologias e podem acompanhar-se de síndrome da veia cava superior ou outros transtornos de dificuldade circulatória venosa intratorácica. Nesses casos, assim como na presença de síndrome mediastinal, deve-se considerar antecipar a aplicação de um stent vascular previamente ao implante de um stent traqueal. O stent de alta pressão deve ser utilizado por broncoscopistas experientes.
Embora sejam aplicáveis as considerações já expostas para o implante dos stents traqueais, deverão ser observadas as indicações especiais para o uso de um stent de alta pressão, já que a tolerância à compressão de um stent de alta pressão é pouco mais que o dobro da de um stent clássico. Portanto, a colocação da prótese no introdutor pode resultar trabalhosa. Recomenda-se então aplicá-la diretamente através do traqueoscópio. Salvo em compressões traqueais muito firmes, a expansão completa do stent ocorrerá em curto tempo.
A extração da prótese deve ser feita somente quando as causas do fenômeno compressivo tiverem desaparecido.
Proceda conforme a técnica de extração previamente descrita, mas assegure-se de utilizar uma pinça forte.
Quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.
Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.
Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
O Stent Subglótico apresenta em sua extremidade superior ou proximal um trecho de 8 mm no qual se reduz a espessura da parede. Nesse trajeto, sua parede normal de 1,5 mm diminui progressivamente até zero. Essa diminuição da espessura na parede consegue nessa extremidade uma área de baixa resistência no stent, e destina-se a ocupar a região subglótica, próximo às cordas vocais. O desenho facilita a deformação do stent durante os movimentos laríngeos e a dinâmica glótica na fonação e na deglutição. A fixação do stent na traqueia ficará a cargo das paredes restantes da prótese, de forma e espessura padrão.
Pode-se também preferir o uso do stent subglótico para outras localizações, como as traqueais médias ou baixas, ou ainda em brônquios-fonte, em substituição a um stent clássico. Como se compreenderá, quando se implante este stent em um brônquio-fonte, com sua extremidade "subglótica" no sentido proximal ou cefálico, a transição da mucosa brônquica ao interior do stent será muito suave, sem o ressalto que acompanha o stent clássico. Isso poderia contribuir para reduzir a turbulência do fluxo aéreo e a impactação de secreções.
O procedimento será realizado sob anestesia geral.
O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.
O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.
O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.
Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.
Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado. Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar. Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada. Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.
O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final. É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada. Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente. Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea. Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.
Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso. De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.
Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração.
Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.
Ao introduzir o stent no carregador, ou no traqueoscópio ou broncoscópio conforme o caso, deve-se ter a precaução de verificar que sua extremidade de paredes delgadas ou "subglótica" fique em posição proximal, ou cefálica. Esta é a única maneira de que, uma vez liberado dentro da via aérea, cumpra as funções que o tornam diferente. O comprimento e o diâmetro da estenose devem ser adequadamente determinados, para escolher assim um stent de medidas apropriadas. A distância final entre as cordas vocais e o stent deve ser igual ou maior a 2 mm. Tenha presente que as distâncias dentro da traqueia afetada são difíceis de estimar, uma vez que mudarão quando o paciente adquirir a posição ortostática. A recuperação do tônus muscular após a metabolização dos relaxantes utilizados durante o ato anestésico soma uma dificuldade adicional na determinação das distâncias dentro da via aérea. Lembre-se de que adicionalmente enfrentará as modificações de comprimento que podem ocorrer na traqueia após ser submetida a elongações e trações pelas manobras de dilatação com os instrumentos rígidos empregados. Embora algumas ou todas essas circunstâncias possam estar presentes em todos os procedimentos de recanalização traqueobrônquica e implante, adquirem crucial interesse nas afecções de localização subglótica, em razão da precisão necessária para que o stent fique a poucos milímetros das cordas vocais, exigindo as máximas habilidades e conhecimentos do broncoscopista.
Cuidados: quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna. Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal. Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
Tubos e próteses de silicone para laringologia e traqueostomia: indicações, modo de uso e cuidados. Escolha um item no menu lateral.
A linha de tubos para laringologia e traqueostomia inclui uma variedade de próteses para a via aérea destinadas a cobrir diferentes necessidades, incluindo situações especiais como as estenoses benignas e fenômenos compressivos ou oclusivos de diferente natureza.

Escolha uma prótese que exceda em comprimento 5 mm a 7 mm no sentido distal e outro tanto no proximal à extensão da área afetada.
As próteses de maior diâmetro proporcionam uma luz ampla para a ventilação, mas a frequência de aparecimento de granulomas por contato nas extremidades também será maior. Os granulomas são menos comuns quando as extremidades do stent ficam flutuando na via aérea.
Após ser ejetada, em algumas ocasiões pode não se expandir completamente de imediato, dependendo do grau de compressão extrínseca e do edema local, mas a expansão total se completará entre 24 e 72 horas, de modo espontâneo.
Embora as próteses de silicone sejam muito resistentes à ação do laser e da alça de eletrocautério, deve-se evitar sua ação direta sobre a prótese. Deve ser mantida protegida da luz do dia ou de tubos fluorescentes para conservar seu aspecto translúcido.
Os pacientes com próteses traqueais não deverão ser submetidos a intubação orotraqueal pré-anestésica da forma habitual, e o especialista deverá ser consultado quando se considerar imperiosa a intubação orotraqueal.
Deve-se entregar ao paciente um documento que explique sua situação.
Não se recomenda a reutilização deste tipo de dispositivos.
Se necessário, podem ser indicadas nebulizações com solução salina várias vezes ao dia, reduzindo sua frequência à medida que diminui o risco de incrustação de secreções.
O Tubo Traqueal em "T" permite manter um calibre adequado na via aérea. Pode atuar como suporte da parede traqueal no tratamento da estenose.
O ramo externo dos tubos traqueais "T" evita o deslocamento e permite a aspiração de secreções brônquicas.
Ao higienizá-lo, ambos os ramos internos devem ser aspirados. Pode-se utilizar um cateter fino conectado ao sistema de aspiração. Para guiar o cateter no sentido superior ou inferior dentro do Tubo Traqueal em "T", pode-se inclinar o ramo externo no sentido oposto ao que se vai aspirar.
A aspiração também pode ser efetuada com a ajuda de um broncoscópio flexível. Concluída a aspiração, o ramo externo deve permanecer fechado permanentemente, com a tampa fornecida para tal fim.
Desse modo será possível a inalação de ar com a umidade e a temperatura resultantes de sua passagem pela via aérea superior.
O Tubo Traqueal em "T" Longo possui um ramo distal de maior comprimento. Essa variante torna possível tratar afecções localizadas na porção intratorácica da traqueia.
O procedimento é efetuado, geralmente, no mesmo centro cirúrgico e durante a anestesia geral preparada para o reparo traqueal, mas também pode ser efetuado sob anestesia local.
Serão necessárias duas pinças curvas e sistema de aspiração. O ramo inferior do tubo "T" deve ser dobrado em sua extremidade (fig. 1) para facilitar sua introdução através do ostoma traqueal.
A pinça curva manterá o tubo em posição dobrada (fig. 2). Em seguida será introduzido o conjunto na traqueia através do orifício de traqueostomia (fig. 3).
A segunda pinça assegurará o tubo em "T" por seu ramo externo, evitando assim um deslocamento indesejado (fig. 4). Movimentar o tubo em "T" até que o ramo superior deste ingresse na traqueia e se aloje em seu interior, ocupando a porção traqueal contígua às cordas vocais (fig. 5). Finalmente, deve-se aplicar o anel com a tampa no ramo externo do tubo em "T". Para isso, pode-se enfiar o anel na pinça, segurar com esta o ramo externo do tubo em "T" e deslizar o anel até que se encontre próximo à pele do pescoço, interpondo uma gaze entre a pele e o anel. Oclua o ramo externo com a tampa fornecida.
Um recurso muito engenhoso e útil consiste em utilizar uma fita de cerca de 80 cm de comprimento, que pode ser improvisada com uma atadura estreita. Deve ser introduzida pela extremidade do ramo externo do tubo "T" e guiada em seu interior de modo que saia pelo ramo traqueal superior do tubo. Em seguida deve-se segurar essa extremidade da atadura e, com a ajuda de uma pinça, introduzi-la através do traqueostoma até que alcance o interior da traqueia. Uma segunda pinça longa é introduzida dentro do broncoscópio até alcançar e segurar a extremidade da fita que havia sido abandonada no interior da traqueia e, tracionando-a, a fita percorrerá então o interior do broncoscópio ou traqueoscópio até aparecer por sua extremidade proximal. Assim temos agora uma fita fina que entra pelo ramo externo do tubo em "T" e sai por nosso broncoscópio.
Como sempre ocorre, o ramo inferior do tubo em "T" sempre se aloja com facilidade na traqueia distal, mas o ramo superior pode ficar dobrado, ou encontrar dificuldade em ascender pela traqueia em direção à glote. Ao tensionar agora a fita que colocamos, segurando-a por suas extremidades, os ramos do tubo em "T" se alinharão facilmente seguindo sem alternativa a direção que a fita ocupa, acomodando o tubo de forma segura. Adicionalmente, o método da fita impede qualquer deslocamento acidental do tubo em "T" durante a manobra de implante.
O tubo traqueal em "T" pode ser extraído facilmente segurando-o por seu ramo externo e tracionando. Essa tração provoca a dobra de seus ramos internos, que se reunirão, abandonando assim a traqueia pelo ostoma, seguindo a direção da força que o puxa do exterior. A remoção pode ser efetuada por ter-se completado o tempo de tratamento ou então para efetuar uma troca do tubo em "T".
A extração mais delicada pode também ser realizada utilizando um laringoscópio reto ou um traqueoscópio que, introduzido na via aérea, permita visualizar a extremidade do tubo em "T". Segurar o tubo em "T" através do traqueoscópio, enquanto um auxiliar secciona com uma tesoura o ramo externo do tubo no ponto mais próximo à traqueia. A seguir, será extraído o tubo em "T" com a pinça através do canal do traqueoscópio.
Outras formas de inserção e remoção são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.
A anestesia através do Tubo Traqueal em "T" é possível. Deve-se ocluir o ramo superior para evitar a perda de gases anestésicos. Isso pode ser conseguido inflando o balão de um cateter que, introduzido por via nasal, deve cruzar as cordas vocais e alojar-se dentro do ramo superior do Tubo Traqueal em "T". Dado que o Tubo Traqueal em "T" carece de balão inflável, a ventilação com pressão positiva pode causar uma variável perda do volume aéreo administrado, e dependerá do maior ou menor espaço existente entre a parede do tubo e a traqueia.
Mantenha o ramo externo ocluído de forma permanente, com a tampa fornecida. Ante o aparecimento de estridor, respiração difícil ou qualquer outra anomalia, retire a tampa externa e consulte o especialista imediatamente.
"O produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
Os tubos faríngeos são elaborados com silicone flexível e resultam úteis em uma variedade de situações.
Sua extremidade apical amplia-se progressivamente; desse modo a borda anterior mantém contato com a base da língua, enquanto a posterior descansa sobre a parede faríngea.
Assim coleta a saliva na orofaringe, conduzindo-a ao esôfago, prevenindo a maceração dos tecidos e evitando a aspiração da saliva para a via aérea.
Através do Tubo Faríngeo pode-se introduzir uma sonda nasoenteral para alimentação.
A introdução do Tubo Faríngeo deve ser realizada sob anestesia geral. Pode ser cortado no comprimento que se estime apropriado para o caso.
Será utilizado um laringoscópio para ter acesso cômodo à laringe e visão adequada.
Com a ajuda de um hipofaringoscópio e uma pinça longa, segure o tubo por sua extremidade distal para conduzi-lo em direção ao esôfago, até que a cúpula proximal se encontre no nível laríngeo.
Pode ser necessária a dilatação esofágica prévia. Após sua introdução, pode-se fixá-lo com um ponto percutâneo.
Controle médico periódico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".
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